O desconto em folha de pagamento para aposentados e pensionistas do INSS foi defendido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, como uma prática ‘saudável’. Segundo ele, o crédito consignado é um exemplo positivo dessa modalidade, que pode beneficiar muitos beneficiários do INSS.
Em entrevista ao programa ‘Bom dia, ministro’, do Canal Gov, Queiroz destacou a importância de se manter essa prática, desde que sejam adotadas medidas para evitar fraudes.
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O ministro argumenta que, para muitos aposentados, o desconto em folha facilita o acesso a empréstimos. Cerca de 16 milhões de aposentados já utilizam essa modalidade, que garante o pagamento das parcelas diretamente da folha de pagamento.
Para Queiroz, é essencial que haja consentimento do aposentado e mecanismos de segurança, como biometria, para evitar fraudes. Ele ressaltou que o governo está reduzindo o número de pessoas com acesso à lista de beneficiários do INSS, passando de 3.000 para apenas 13 pessoas.
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Apesar de defender o desconto em folha, Queiroz reconhece que a decisão final cabe ao Congresso. Projetos de lei que buscam proibir essa prática estão em discussão, e o ministro garante que o governo acatará qualquer decisão parlamentar.
O governo está empenhado em ressarcir aposentados lesados por fraudes no INSS, com um prazo até 31 de dezembro. Queiroz assegura que o objetivo é evitar o uso de dinheiro público para o ressarcimento.
O governo planeja uma busca ativa por aposentados que possam ter sido vítimas de fraudes, utilizando canais como o aplicativo ‘Meu INSS’ e os Correios. Iniciativas como o PREVBarco e PREVMóvel serão utilizadas para alcançar comunidades de difícil acesso.
Para evitar novas fraudes, o ministro não divulga detalhes sobre a busca ativa. Segundo ele, qualquer informação antecipada poderia ser usada por fraudadores.
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Queiroz comentou sobre as mudanças no CNPS, suspendendo conselheiros investigados por fraudes. A medida foi criticada por centrais sindicais, mas o ministro garante que é temporária e visa proteger o conselho.
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O crédito consignado oferece taxas de juros mais baixas e garante o pagamento das parcelas diretamente da folha de pagamento, facilitando o acesso ao crédito para aposentados.
O governo está implementando medidas como a redução do número de pessoas com acesso à lista de beneficiários e o uso de biometria para consentimento dos aposentados.
O ministro defende a prática como ‘saudável’, desde que sejam adotadas medidas de segurança para evitar fraudes.
Esses projetos estão em discussão no Congresso Nacional, e o governo acatará qualquer decisão parlamentar.
O governo está empenhado em ressarcir aposentados lesados por fraudes, com um prazo até 31 de dezembro, sem utilizar dinheiro público para o ressarcimento.