Com a implementação dos empréstimos consignados CLT, os trabalhadores agora têm uma nova opção para gerenciar suas dívidas. A partir da última sexta-feira, 25 de março, os bancos começaram a oferecer essa modalidade, permitindo a troca de empréstimos com altas taxas de juros por outros com condições mais vantajosas.
Essa iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) visa facilitar a vida financeira dos trabalhadores e já conta com 70 instituições financeiras habilitadas. Quer saber como funciona? Continue a leitura!
O que você vai ler neste artigo:
O empréstimo consignado CLT é uma modalidade de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento do trabalhador. Isso garante ao banco a segurança do pagamento, permitindo oferecer taxas de juros mais baixas em comparação a outras modalidades.
Com a nova regra, o trabalhador pode comprometer até 35% do seu salário com as prestações. A novidade está disponível desde o dia 21 de março e pode ser acessada através do aplicativo CTPS Digital ou diretamente nas instituições financeiras.
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A troca de dívidas consiste em substituir um empréstimo com juros elevados por um consignado CLT, que possui taxas mais baixas. Para isso, o trabalhador deve procurar a instituição financeira e solicitar uma simulação. Caso os novos termos sejam vantajosos, é possível contratar o novo empréstimo e quitar a dívida anterior.
Para aqueles com dívidas em modalidades como cartão de crédito ou cheque especial, o consignado CLT também pode ser uma solução. Ao contrair o novo empréstimo, o trabalhador quita os débitos mais caros, substituindo-os por um financiamento mais barato. No entanto, é importante evitar contrair novas dívidas.
Atualmente, as taxas de juros do consignado CLT estão em torno de 3% ao mês, segundo o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto. Em comparação, os juros do CDC variam entre 7% e 8% ao mês, tornando a troca uma opção atraente para muitos.
Além disso, o governo federal está desenvolvendo uma plataforma que permitirá a migração de dívidas entre bancos, incentivando a competitividade nas taxas de juros.
Se o trabalhador for demitido, é possível oferecer até 10% do saldo do FGTS e a totalidade da multa rescisória como garantia do empréstimo. Essa medida visa proteger tanto o banco quanto o trabalhador em caso de perda de emprego.
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Desde o início da disponibilização, já foram liberados R$ 8 bilhões em 1,47 milhão de contratos. A média de valores emprestados é de R$ 5.502,02 por trabalhador, com uma prestação média de R$ 337,14. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram o número de contratações.
Em resumo, o consignado CLT surge como uma alternativa vantajosa para muitos trabalhadores que buscam reduzir o custo de suas dívidas. Se você achou este conteúdo útil, inscreva-se em nossa newsletter para receber mais informações sobre finanças e economia!
Os benefícios incluem taxas de juros mais baixas, facilidade de pagamento com desconto direto na folha e possibilidade de troca de dívidas caras por mais baratas.
Os trabalhadores podem solicitar o empréstimo através do aplicativo CTPS Digital ou diretamente nas instituições financeiras participantes.
O trabalhador pode comprometer até 35% do seu salário com as prestações do empréstimo consignado CLT.
Em caso de demissão, até 10% do saldo do FGTS e a totalidade da multa rescisória podem ser oferecidos como garantia do empréstimo.
As taxas de juros do consignado CLT são mais baixas, em torno de 3% ao mês, comparadas a 7% a 8% ao mês em empréstimos CDC.