Com a chegada de dezembro, muitas empresas começam a planejar suas festas de fim de ano, mas a pergunta que muitos funcionários se fazem é: devo realmente ir? Este ano, algumas empresas estão repensando esse tradicional evento, buscando novas formas de celebração que possam agradar a todos.
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De acordo com uma pesquisa realizada pela Ticket, marca da Edenred Brasil, 67% das empresas pretendem organizar uma festa de confraternização em 2023, uma queda de oito pontos percentuais em relação ao ano anterior. Algumas companhias, no entanto, estão optando por alternativas como oferecer prêmios ou enviar cestas de alimentos e bebidas aos funcionários.
Levantamentos mostram que apenas 20% dos funcionários optariam por participar de uma festa de confraternização. A preferência majoritária, 45%, é por receber um cartão-presente para uso pessoal. Empresas como a Tide Social têm se adaptado a essas preferências, envolvendo os colaboradores na decisão sobre como celebrar o fim de ano.
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Mariana Franceschinelli, sócia-fundadora da Tide Social, decidiu por um formato de voluntariado corporativo este ano. A empresa permitiu que os funcionários escolhessem entre diferentes atividades, optando por um mutirão de limpeza na praia de Santos. Essa iniciativa foi bem recebida e destacou a importância de ações com propósito.
Para Antonella Satyro, CEO da escola corporativa Líderes que Curam, é fundamental que as empresas ouçam seus colaboradores para entender suas preferências. Isso pode resultar em celebrações mais significativas e alinhadas com a cultura organizacional.
Embora a decisão de comparecer a uma festa corporativa seja pessoal, especialistas como o psicólogo Joaquim Santini apontam que essas ocasiões são oportunidades valiosas para networking e engajamento. Caroline Marcon, consultora organizacional, também recomenda a participação, especialmente para líderes, pois fortalece laços e celebra conquistas.
Um clima organizacional problemático pode minar a eficácia de festas de fim de ano. Santini ressalta que, em empresas com problemas internos, tais eventos podem parecer superficiais. A solução é investir em melhorias contínuas no ambiente de trabalho.
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Mesmo em um ambiente descontraído, é importante manter a postura profissional. Marcon aconselha moderação no consumo de álcool e interações respeitosas com colegas. O traje também deve ser adequado ao evento, evitando exageros.
Algumas empresas, como a Flash, estão optando por realizar suas festas em janeiro. Isso permite que os colaboradores desfrutem das celebrações com menos compromissos pessoais, além de dar um início animado ao novo ano.
A celebração de fim de ano é uma oportunidade para refletir sobre conquistas e desafios, preparando a equipe para o ano seguinte. Segundo Benito Berretta, da Hyper Island Americas, é importante que as celebrações sejam mais do que apenas eventos sociais, mas também momentos de aprendizado e integração.
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As empresas estão buscando alternativas que atendam melhor às preferências dos colaboradores, como prêmios e atividades com propósito, além de considerar o clima organizacional.
Algumas empresas estão optando por atividades de voluntariado, cestas de presentes e prêmios, além de permitir que os colaboradores escolham como desejam celebrar.
Ouvir os colaboradores ajuda a criar celebrações significativas e alinhadas à cultura da empresa, aumentando o engajamento e a satisfação.
Participar de festas corporativas pode oferecer oportunidades de networking, engajamento com a equipe e celebração de conquistas, fortalecendo os laços entre colegas.
É importante moderar o consumo de álcool, manter interações respeitosas e vestir-se adequadamente para o evento, evitando exageros.