O Piauí tem se sobressaído no cenário nacional ao superar a média do Brasil no acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família. Este desempenho é crucial para garantir que as famílias beneficiárias continuem recebendo o auxílio.
Durante o Seminário de Apoio Técnico do Sistema Único de Assistência Social (Suas), realizado em Teresina, a secretária da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, Regina Sousa, destacou os avanços do estado.
O que você vai ler neste artigo:
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o Piauí registrou índices superiores à média nacional tanto na educação quanto na saúde. Mas, o que isso significa na prática?
O estado acompanhou 429.775 beneficiários de 4 a 17 anos, o que representa uma cobertura de 86,2%, enquanto a média nacional foi de 83,4%. Isso reflete o compromisso das famílias em manter as crianças na escola, um dos pilares do programa.
No campo da saúde, 820.640 beneficiários foram acompanhados, o que equivale a 86,2% de cobertura. Em comparação, a média nacional ficou em 81,1%. O monitoramento inclui pré-natal para gestantes, vacinação e acompanhamento nutricional de crianças até 6 anos.
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Em outubro de 2024, o Bolsa Família beneficiou 595.343 famílias no Piauí, abrangendo mais de 1,5 milhão de pessoas. O investimento no estado foi de R$ 402.266.833, com um benefício médio de R$ 675,90 por família.
Um destaque foi o Benefício Primeira Infância (BPI), que é destinado a famílias com crianças de até 6 anos. Foram pagos 229.330 benefícios, no valor de R$ 150 por criança, evidenciando o impacto direto nas famílias em situação de vulnerabilidade.
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Apesar dos números positivos, Regina Sousa destacou que ainda há municípios enfrentando dificuldades para cumprir as condicionalidades. “É essencial que os gestores locais atuem com firmeza para garantir que todas as crianças estejam na escola e que as gestantes e crianças tenham acesso aos serviços de saúde necessários”, afirmou a gestora.
Portanto, o Piauí serve de exemplo para outras regiões, mostrando que é possível melhorar a qualidade de vida das famílias através de uma gestão eficiente e comprometida com as políticas públicas.
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As condicionalidades incluem a frequência escolar das crianças e o acompanhamento de saúde dos membros da família.
O programa beneficia mais de 595.343 famílias, com um investimento de R$ 402.266.833, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e a economia local.
O Benefício Primeira Infância adiciona R$ 150 para crianças de zero a sete anos, beneficiando 8,41 milhões de crianças.
Alguns municípios ainda enfrentam dificuldades em cumprir as condicionalidades, como garantir que todas as crianças estejam na escola e que gestantes e crianças tenham acesso aos serviços de saúde.
O estado demonstra que é possível melhorar a qualidade de vida através de uma gestão eficiente e comprometida com as políticas públicas, servindo como modelo para outras regiões.