O projeto de lei que propõe a criação de uma 13ª parcela para o Bolsa Família enfrenta resistência no governo. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), classificou a proposta como ‘meritória’, mas ressaltou as dificuldades fiscais envolvidas.
O texto, de autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA), está atualmente sob a relatoria da senadora Damares Alves, ex-ministra dos Direitos Humanos. Embora tenha sido uma medida implementada em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, o projeto não foi mantido nos anos seguintes.
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A principal preocupação do governo é o impacto fiscal que a medida acarretaria. O líder do governo destacou que o custo estimado de 14 bilhões de reais anuais não se encaixa no orçamento atual, que já destina 170 bilhões de reais ao Bolsa Família.
O projeto estava na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos, mas a sessão foi encerrada sem votação. Segundo Jaques Wagner, a proposta exige uma compensação financeira que ainda não foi apresentada.
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O projeto visa institucionalizar o chamado ‘abono natalino’, um benefício adicional para os beneficiários do Bolsa Família. Jader Barbalho argumenta que a medida poderia ajudar famílias em situação de vulnerabilidade durante o final do ano.
Inicialmente, o impacto fiscal foi calculado em 2,58 bilhões de reais anuais, mas esse número foi revisado para cima, chegando aos atuais 14 bilhões de reais. Essa diferença significativa é um dos pontos críticos na análise do governo.
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O Palácio do Planalto se mantém cauteloso quanto à aprovação do projeto. Embora reconheça a importância social da medida, a viabilidade econômica é o principal empecilho para sua implementação.
O governo estuda alternativas para mitigar o impacto fiscal sem comprometer o equilíbrio das contas públicas. No entanto, ainda não há consenso sobre como avançar com a proposta.
Em suma, o projeto de 13ª parcela do Bolsa Família permanece em um impasse, com questões fiscais pesando contra sua aprovação. Caso tenha achado este conteúdo útil, não deixe de se inscrever em nossa newsletter para receber mais notícias e análises sobre políticas sociais e econômicas.
O projeto enfrenta resistência principalmente devido ao impacto fiscal significativo, estimado em 14 bilhões de reais anuais, o que não se encaixa no orçamento atual.
O objetivo é fornecer um abono natalino, uma parcela adicional para beneficiários do Bolsa Família, ajudando famílias vulneráveis durante o final do ano.
O projeto é de autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA) e está sob a relatoria da senadora Damares Alves.
O governo se mantém cauteloso, reconhecendo a importância social da medida, mas preocupado com a viabilidade econômica.
O governo estuda alternativas para mitigar o impacto fiscal sem comprometer o equilíbrio das contas públicas, mas ainda não há consenso.