A recente aprovação pelo Congresso Nacional do pacote fiscal do governo trouxe mudanças significativas em áreas como o abono salarial, salário mínimo e emendas parlamentares. Com a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 54/2024) e o encaminhamento dos Projetos de Lei (PL 4.614/2024) e Projeto de Lei Complementar (PLP 210/2024) para sanção presidencial, o governo busca implementar cortes de gastos essenciais. Vamos explorar os principais pontos e o impacto dessas mudanças.
O que você vai ler neste artigo:
Uma das alterações mais notáveis diz respeito ao abono salarial do PIS/Pasep. A partir de 2026, a correção desse benefício, que atualmente inclui ganhos reais do Produto Interno Bruto (PIB), será feita apenas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O salário de acesso também será reduzido gradativamente, afetando a abrangência do abono.
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Entre 2025 e 2030, o reajuste do salário mínimo será orientado pelo Novo Arcabouço Fiscal de 2023, com um crescimento mínimo assegurado de 0,6%. Este aumento poderá ser maior, dependendo do crescimento da receita primária, mas estará limitado a um teto de 2,5% ao ano. Esta regra impactará todos os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que equivalem a um salário mínimo.
O BPC também sofrerá alterações, exigindo atualização cadastral bianual e documentos com cadastro biométrico. O cálculo da renda familiar para concessão do benefício será mais rigoroso, sem deduções não previstas em lei.
O novo texto permite o bloqueio de emendas parlamentares não impositivas, seguindo a proporção de congelamento de outras despesas. Isso significa que o governo poderá contingenciar apenas emendas que não são obrigatórias, ajustando-se às prioridades do Congresso.
O PLP proíbe a concessão de novos incentivos tributários em caso de déficit primário. Além disso, a questão dos supersalários no serviço público permanece sem mudanças significativas, aguardando regulamentação futura.
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O Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) terá parte dos recursos direcionados para matrículas em tempo integral. Já a Desvinculação das Receitas da União (DRU) foi prorrogada até 2032, permitindo ao governo utilizar livremente 20% dos tributos federais.
Essas mudanças no pacote fiscal visam um equilíbrio financeiro, mas podem ter impactos profundos na economia e na vida dos brasileiros. Se você gostou deste conteúdo e deseja receber mais atualizações, inscreva-se em nossa newsletter!
A partir de 2026, o abono salarial do PIS/Pasep será corrigido apenas pelo INPC, com uma redução gradual no salário de acesso, afetando a abrangência do abono.
O reajuste será orientado pelo Novo Arcabouço Fiscal de 2023, com um crescimento mínimo assegurado de 0,6% e limitado a um teto de 2,5% ao ano, dependendo do crescimento da receita primária.
O BPC exigirá atualização cadastral bianual com documentos biométricos e terá um cálculo mais rigoroso da renda familiar para concessão do benefício.
O novo texto permite o bloqueio de emendas parlamentares não impositivas, seguindo a proporção de congelamento de outras despesas.
O PLP proíbe novos incentivos tributários em caso de déficit primário, enquanto a questão dos supersalários aguarda regulamentação futura.