O governo de Alagoas propôs uma pensão vitalícia para Marta Magalhães Pinto, viúva do auditor fiscal João de Assis Pinto Neto, assassinado em 2022. O projeto de lei foi enviado à Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE-AL) pelo governador Paulo Dantas, em um esforço para reconhecer a contribuição do servidor e oferecer suporte financeiro à sua família.
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O projeto propõe um pagamento mensal de R$ 14.680 como forma de indenização à viúva. Segundo o governo, essa medida busca compensar a perda do principal provedor financeiro da família, uma vez que Marta dependia economicamente do marido.
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João de Assis Pinto Neto, auditor fiscal da Receita Estadual, foi brutalmente assassinado enquanto realizava uma fiscalização em Maceió. Seu corpo foi encontrado queimado em um canavial, o que chocou a comunidade local e levantou preocupações sobre a segurança dos servidores públicos.
No mesmo dia em que o projeto foi enviado à ALE-AL, os acusados pelo crime começaram a ser julgados. Cinco pessoas, incluindo quatro membros de uma mesma família, estão no banco dos réus.
Marta Magalhães Pinto, em depoimento durante o julgamento, descreveu João de Assis como um homem apaixonado pelo trabalho e um pai dedicado. Ela relatou que a morte do marido trouxe consequências psicológicas significativas para a família, incluindo a necessidade de tratamento para o filho.
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O governador Paulo Dantas destacou que o projeto de lei é uma forma de prestar homenagem póstuma ao servidor. Ele afirmou que, além de amparar a família, a medida reconhece o compromisso de João de Assis com o combate à sonegação fiscal e à segurança pública.
Francisco Suruagy, secretário especial da Receita Estadual, reforçou a importância do projeto como um ato de justiça. Ele ressaltou a qualidade profissional de João de Assis e a contribuição significativa que ele trouxe ao estado.
“Esta medida vai fazer justiça e honrar a memória de João de Assis”, afirmou Suruagy.
O projeto agora aguarda a apreciação da Assembleia Legislativa de Alagoas. Se aprovado, será um marco importante no reconhecimento dos serviços prestados por servidores públicos, especialmente aqueles que perderam a vida no exercício de suas funções.
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João de Assis Pinto Neto era um auditor fiscal da Receita Estadual de Alagoas, assassinado em 2022 durante uma fiscalização.
O valor da pensão vitalícia proposta é de R$ 14.680 mensais.
A pensão foi proposta para compensar a perda do principal provedor financeiro da família e como reconhecimento pelos serviços prestados pelo auditor.
A morte trouxe consequências psicológicas significativas, necessitando tratamento para o filho e impacto emocional na viúva.
Cinco pessoas, incluindo quatro membros de uma mesma família, estão no banco dos réus pelo assassinato.