A China anunciou cortes de tarifas e maior acesso ao mercado agrícola dos EUA, em um movimento que promete aquecer as relações comerciais entre os dois países. A notícia foi divulgada pelo Ministério do Comércio da China após a recente cúpula em Pequim.
O que você vai ler neste artigo:
Os acordos firmados entre China e Estados Unidos ainda são considerados ‘preliminares’, mas há expectativa de que sejam ‘finalizados o mais rápido possível’. Essa decisão surge após a visita do ex-presidente Donald Trump ao país asiático, sinalizando uma nova fase nas negociações.
As importações agrícolas da China provenientes dos EUA têm enfrentado uma tarifa adicional de 10%. Essa medida surgiu após as rodadas de tarifas do ano passado, que reduziram significativamente o comércio, caindo 65,7% em relação ao ano anterior, segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA.
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O Ministério do Comércio da China destacou que ambos os lados estão comprometidos em promover o comércio bilateral, especialmente de produtos agrícolas. Isso será feito por meio de reduções tarifárias recíprocas em uma variedade de produtos, embora não tenham sido especificados quais.
Analistas de mercado esperam que a soja seja um dos produtos beneficiados com um corte de 10% nas tarifas. Isso permitiria que as esmagadoras privadas chinesas retomassem as compras, que foram praticamente interrompidas durante a safra norte-americana do ano passado.
Johnny Xiang, fundador da AgRadar Consulting, com sede em Pequim, afirmou que “as reduções de tarifas sobre produtos agrícolas marcariam uma normalização do comércio agrícola entre a China e os EUA, permitindo que os compradores comerciais voltassem a entrar no mercado”.
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Além das tarifas, ambos os lados concordaram em abordar ou fazer progressos significativos em barreiras não tarifárias e questões de acesso ao mercado. Isso é visto como um passo importante para facilitar o comércio e abrir novas oportunidades para os agricultores e exportadores dos EUA.
A medida pode representar um alívio para os produtores agrícolas norte-americanos, que têm enfrentado dificuldades devido às tensões comerciais entre os dois países.
Conclusão: A promessa da China de cortar tarifas e abrir seu mercado agrícola para os Estados Unidos é um sinal positivo de cooperação entre as duas maiores economias do mundo. Isso pode não apenas fortalecer as relações comerciais, mas também beneficiar os agricultores e consumidores de ambos os países. Se você gostou deste conteúdo e deseja se manter atualizado com as últimas notícias, inscreva-se em nossa newsletter!
Os cortes de tarifas pela China podem levar a um aumento no comércio agrícola entre os EUA e a China, beneficiando produtores e exportadores dos EUA e melhorando as relações comerciais entre os dois países.
As tarifas adicionais impostas anteriormente resultaram em uma redução significativa no comércio agrícola entre China e EUA, com uma queda de 65,7% no ano passado.
A soja é um dos produtos que os analistas esperam ser beneficiados pelos cortes de tarifas, permitindo que as esmagadoras privadas chinesas retomem as compras.
Barreiras não tarifárias são restrições comerciais que não envolvem tarifas, como regulamentos, normas e quotas, que podem limitar o comércio entre países.
A normalização do comércio agrícola pode abrir novas oportunidades de mercado para os agricultores dos EUA, aliviando as dificuldades enfrentadas devido às tensões comerciais.