O Pix, sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, quebrou novo recorde ao movimentar R$ 1,66 trilhão apenas no mês de setembro de 2025. A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC), que destacou o crescimento consistente do uso do método por pessoas físicas, comércios e empresas de diversos setores. O volume, o maior já registrado desde o lançamento da ferramenta, reforça o papel do Pix como protagonista das transações financeiras no país.
Além do expressivo valor transacionado, setembro também se destacou pelo elevado número de operações, consolidando o Pix como um dos meios de pagamento mais usados pelos brasileiros. Continue lendo para encontrar detalhes das comparações históricas, entender quais setores puxaram o avanço e como as novidades do Banco Central prometem ainda mais transparência sobre o uso do Pix na economia nacional.
O que você vai ler neste artigo:
Os números divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira apontam que o sistema de pagamentos instantâneos repetiu a escalada vista nos últimos meses. Em setembro de 2025, o valor total de operações atingiu R$ 1,662 trilhão, superando o desempenho de agosto, quando foram registrados R$ 1,595 trilhão. Trata-se de uma evolução significativa para a série histórica, em vigor desde o final de 2020.
Apesar do volume financeiro recorde, o número de transações caiu levemente em relação ao mês anterior. Foram realizadas 5,433 bilhões de operações em setembro, contra 5,524 bilhões em agosto, que detém o recorde absoluto de movimentações. Essa diferença, contudo, não reduziu a potência do Pix como meio de pagamento principal do brasileiro, dada a alta expressiva no valor total transacionado.
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Quando comparados os dados de setembro deste ano com o mesmo período de 2024, a alta impressiona: o valor movimentado pelo Pix saltou 32,8%, enquanto a quantidade de operações cresceu 25,7%. Isso mostra que tanto grandes valores quanto um número cada vez maior de usuários estão aderindo ao sistema.
Segundo o Banco Central, o destaque do mês ficou com as transferências:
Nas quantidades de transações, esses mesmos setores apresentaram aumentos de 11,6%, 38,2% e 38,5%, respectivamente, mostrando uma democratização do uso do Pix em diferentes segmentos da economia.
Pela primeira vez o Banco Central apresentou dados detalhados sobre pagamentos por atividade econômica, classificando pagadores e recebedores por setor. Essa iniciativa dá mais transparência e permite compreender melhor o impacto do Pix em cada segmento.
É importante destacar que a nova divulgação foca apenas nas transações originadas no Pix, deixando de fora operações entre mesmas titularidades, devoluções e transações de saque ou troco. A expectativa é que, em breve, outros instrumentos de pagamento também sejam integrados à estatística, aumentando ainda mais a abrangência e a compreensão dos fluxos financeiros no Brasil.
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O último levantamento confirma o fortalecimento do Pix como ferramenta indispensável para transferências rápidas e eficientes entre cidadãos, empresas e instituições. Quem observa o avanço fica atento às possibilidades futuras, já que a tendência é de crescimento contínuo e surgimento de novos serviços conectados ao sistema.
O desempenho impressionante do Pix no nono mês do ano reforça sua importância no cotidiano das finanças nacionais, conectando diversos setores e segmentos da população. Os dados divulgados evidenciam não apenas o volume recorde de recursos em circulação, mas também a consolidação do sistema como mecanismo central nas transações modernas. Você quer acompanhar novidades sobre pagamentos instantâneos e o universo financeiro? Assine nossa newsletter e receba atualizações e conteúdos exclusivos diretamente em seu e-mail.
O Pix oferece rapidez nas transações, funcionamento 24/7, isenção de tarifas na maioria dos casos, e facilidade de uso por meio de chaves como CPF, e-mail ou telefone.
O Banco Central divulga dados detalhados separando transações por setores econômicos, transparentando o uso do Pix e evitando operações entre mesmo titular, devoluções e saques, para uma análise mais precisa.
Isso pode ocorrer porque transações individuais passaram a ter valores maiores, indicando crescimento no uso do Pix para operações de maior volume financeiro, mesmo com menos movimentações.
Esse crescimento expressivo indica que setores financeiros e de seguros estão cada vez mais adotando o Pix como meio preferencial para suas transações, ampliando sua presença no mercado.
O Banco Central planeja incluir outros instrumentos de pagamento além do Pix nas estatísticas, o que permitirá um panorama ainda mais completo dos fluxos financeiros no país.