A pontuação mínima para garantir o avanço na seleção do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) 2025 já foi definida! Conforme informações oficiais do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), somente os participantes que atingiram o corte estabelecido na prova objetiva terão a oportunidade de disputar uma vaga na segunda etapa do certame.
O anúncio foi recebido com grande expectativa por quem realizou as provas em 5 de outubro, já que o desempenho nessa fase é decisivo para a tão sonhada classificação. Confira nos tópicos abaixo os critérios de pontuação, o método de cálculo das notas e o que esperar da próxima etapa. Continue lendo para não perder nenhum detalhe importante sobre o CNU 2025!
O que você vai ler neste artigo:
De acordo com o edital, o número mínimo de acertos exigido varia conforme o nível do cargo pretendido. Veja como ficou o corte estabelecido para a progressão à fase discursiva:
Aqueles que não atingirem essa pontuação mínima serão automaticamente eliminados do processo seletivo, conforme previsto em edital. Os gabaritos preliminares da prova já estão disponíveis no portal da FGV, onde também ocorreram os períodos para envio de recursos para revisão das questões.
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A pontuação na etapa objetiva traz particularidades conforme o nível do cargo. Para cargos de nível intermediário, cada questão correta equivale a 1 ponto, e a prova totaliza 68 pontos no máximo. Já para o nível superior, o exame é composto por 90 questões, das quais 30 são de conhecimentos gerais (1 ponto cada) e 60 de conhecimentos específicos, que podem valer de 1 a 5 pontos conforme o conteúdo.
A classificação provisória será determinada pela soma da nota ponderada nas provas. É importante destacar que o simples fato de atingir a quantidade mínima de acertos não garante a convocação para a segunda fase, pois só avançam os candidatos mais bem classificados em cada bloco, dentro de um limite que pode chegar a nove vezes o número de vagas por cargo.
Vale citar, ainda, a regra de estímulo à paridade de gênero: no mínimo 50% das vagas da segunda etapa devem ser ocupadas por mulheres. Se esse patamar não for alcançado naturalmente, mais candidatas são convocadas, sempre respeitando a ordem de classificação.
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Esta etapa, marcada para 7 de dezembro de 2025, é composta por uma prova discursiva específica para cada função e órgão. A expectativa é alta entre os classificados, já que a seleção oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais, incluindo INSS, Receita Federal, Funai, Ministério da Fazenda e Ibama. O cronograma prevê homologação dos resultados finais já no início de 2026.
Na primeira fase, o índice de comparecimento foi de 57,2%, com mais de 436 mil inscritos presentes – uma taxa de abstenção considerada inferior à média histórica dos concursos públicos federais. Esse dado reforça a concorrência acirrada, especialmente nos blocos mais disputados.
A divisão das oportunidades segue o padrão do concurso nacional: das 3.652 vagas, 3.144 destinam-se a cargos de nível superior e 508 a nível intermediário. Os candidatos inscritos podem disputar funções nos mais diversos órgãos públicos federais, a depender das opções feitas no momento da inscrição e no desempenho alcançado na prova objetiva e na discursiva.
Para mais informações detalhadas sobre o edital, recomenda-se consultar o site oficial do CPNU e conferir atualizações diretamente nos canais institucionais do MGI.
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Chegando à reta final do Concurso Público Nacional Unificado, a definição da nota mínima para a segunda fase traz ainda mais transparência ao processo e aumenta a expectativa dos participantes. Agora, com as regras bem expostas, os candidatos seguem firmes para a prova discursiva, último passo rumo às nomeações no serviço público federal.
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Candidatos que não alcançarem a pontuação mínima exigida na prova objetiva serão automaticamente eliminados do concurso, não podendo avançar para a segunda fase.
No mínimo 50% das vagas para a segunda etapa devem ser ocupadas por mulheres. Caso não haja candidatas suficientes naturalmente classificadas, mais mulheres são convocadas conforme a ordem de classificação para garantir essa paridade.
São 3.652 vagas no total, sendo 3.144 para cargos de nível superior e 508 para nível intermediário, distribuídas em 32 órgãos federais.
A segunda fase, que consiste em prova discursiva, está marcada para o dia 7 de dezembro de 2025.
Os gabaritos preliminares e o sistema para envio de recursos estão disponíveis no portal oficial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela organização do concurso.