No coração de Campinas, cerca de 200 famílias tomaram posse de um prédio do INSS na Avenida General Osório. A ocupação, que começou em 7 de setembro, é uma resposta ao abandono alegado pelos moradores, que afirmam que o edifício estava desocupado há cinco anos.
O Instituto Nacional do Seguro Social, proprietário do imóvel, contesta essa versão, afirmando que o prédio estava sob uso da prefeitura até o ano passado. Agora, o INSS busca reintegração de posse, enquanto as famílias clamam por uma solução habitacional no centro da cidade.
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A ocupação é liderada pelo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), que busca transformar o prédio em um lar para aqueles que antes viviam em condições precárias nos bairros Parque Oziel, Campo Belo e Jardim Telesp. Segundo Matheus Cavalari, um dos organizadores, o objetivo é garantir moradia digna e pressionar por políticas habitacionais mais eficazes.
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Desde a ocupação, os moradores têm trabalhado para tornar o espaço habitável. Caçambas de entulho foram removidas, e melhorias como água encanada, eletricidade e chuveiros com água quente foram implementadas. O dia a dia é organizado de forma coletiva, com refeições e tarefas domésticas divididas entre os ocupantes.
Para muitos, a ocupação representa não apenas um teto, mas uma chance de viver mais próximo de suas atividades cotidianas. Matheus destaca que morar no centro facilita o acesso ao trabalho, reduzindo o tempo e os custos com transporte.
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O INSS, por sua vez, já iniciou o processo legal para retomar o imóvel. Em nota, o órgão afirmou que o prédio está classificado como não operacional e, após a reintegração, será gerido pela Superintendência do Patrimônio da União.
Enquanto aguardam uma solução definitiva, os ocupantes seguem firmes na luta por moradia. Uma comissão de negociação busca mediar o diálogo com as autoridades para assegurar que as famílias possam permanecer no local ou encontrar uma alternativa justa.
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Em meio a esse impasse, a ocupação do prédio do INSS em Campinas levanta questões importantes sobre a gestão de imóveis públicos e a necessidade urgente de políticas de habitação social no Brasil.
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As famílias ocuparam o prédio em busca de moradia social, alegando que o edifício estava desocupado e poderia servir de lar para quem vive em condições precárias.
O INSS contesta a ocupação, afirmando que o prédio estava sob uso da prefeitura até recentemente e já iniciou o processo legal para reintegração de posse.
A ocupação é liderada pelo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), que busca garantir moradia digna para as famílias envolvidas.
Os moradores implementaram melhorias como água encanada, eletricidade e chuveiros com água quente, além de organizar o espaço de forma coletiva.
Os ocupantes esperam uma solução definitiva que permita que as famílias permaneçam no local ou encontrem uma alternativa justa, enquanto uma comissão de negociação busca mediar o diálogo com as autoridades.