O Governo de Mato Grosso do Sul confirmou a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º salário para os servidores estaduais, ativos e inativos, ainda neste mês de setembro de 2025. Segundo informações divulgadas oficialmente, esse repasse representa um importante apoio financeiro para mais de 80 mil trabalhadores e suas famílias.
Além de favorecer diretamente o servidor público, a medida também deve impulsionar a movimentação econômica em todo o estado, gerando efeitos positivos no comércio, serviços e nos pequenos negócios locais. Confira no decorrer desta reportagem todas as datas, valores e impacto desse pagamento no seu bolso e na economia sul-mato-grossense.
O que você vai ler neste artigo:
De acordo com o cronograma oficial divulgado pelo executivo estadual, a primeira parcela do 13º salário será creditada entre os dias 23 e 24 de setembro. Cerca de 81.997 servidores, incluindo ativos, aposentados e pensionistas, terão direito a 50% do valor do benefício nesta etapa, sem descontos do imposto de renda ou outras contribuições.
Já a segunda parcela do abono natalino será depositada em 13 de dezembro, garantindo o pagamento integral do 13º antes das celebrações de final de ano, conforme estabelece a legislação estadual. O salário referente à folha de setembro seguirá o calendário regular e cairá nas contas em 3 de outubro.
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O pagamento contemplará servidores da ativa, aposentados e pensionistas vinculados ao Governo do Estado. A ação segue as determinações legais e traz segurança quanto ao recebimento do benefício, valorizando todos os profissionais do serviço público estadual.
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O 13º salário dos servidores estaduais injeta cerca de R$ 300 milhões diretamente na economia local. O valor movimenta diferentes setores, especialmente comércio, serviços e pequenas empresas, em diversas cidades do Mato Grosso do Sul. O calendário planejado pelo governo também contribui para a organização financeira das famílias e apoio ao mercado interno.
Outro dado relevante é o controle das finanças públicas. Até o primeiro quadrimestre de 2025, os gastos com a folha salarial representaram 46,92% da receita corrente líquida, permanecendo abaixo do limite de 49% determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso garante o compromisso do estado com o servidor público, sem comprometer a sustentabilidade fiscal.
Com o pagamento antecipado da primeira parcela do 13º, os servidores poderão colocar as contas em dia, efetuar compras importantes, investir em educação ou até preparar as despesas para o fim de ano com mais tranquilidade. Especialistas apontam que esse tipo de iniciativa estadual ajuda a reduzir o endividamento das famílias e aumenta a liquidez no sistema financeiro regional, trazendo benefícios para toda a população.
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Se você faz parte do quadro de servidores do Mato Grosso do Sul, fique atento às datas e utilize o benefício com consciência. Com planejamento, o 13º salário pode ser um grande aliado na organização financeira do seu orçamento anual e na realização de objetivos pessoais.
O reforço financeiro do 13º salário chega num momento estratégico, estimulando o consumo e dando fôlego para o comércio e outros setores econômicos do Mato Grosso do Sul. Para receber mais notícias e análises sobre temas que impactam diretamente sua renda e seu dia a dia, aproveite e inscreva-se agora mesmo em nossa newsletter e mantenha-se sempre atualizado.
A antecipação injeta cerca de R$ 300 milhões na economia de MS, estimulando o comércio, serviços e pequenos negócios, com efeitos positivos na circulação de dinheiro e geração de empregos.
Servidores públicos estaduais ativos, aposentados e pensionistas vinculados ao Governo do Estado têm direito ao pagamento do 13º salário.
Com planejamento, os servidores podem quitar dívidas, fazer investimentos ou preparar-se para despesas de fim de ano, usando o benefício como uma ferramenta para melhor organização financeira.
Não, a primeira parcela do 13º salário para servidores em MS é paga sem descontos de imposto de renda ou outras contribuições.
O governo mantém o gasto com folha salarial abaixo do limite de 49% da receita corrente líquida, garantindo sustentabilidade fiscal enquanto realiza os pagamentos.