O governo federal está correndo contra o tempo para devolver dinheiro a milhões de aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos ilegais em seus benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Até a próxima segunda-feira (15), espera-se que 99% dos afetados sejam ressarcidos, segundo informações do próprio instituto.
Mais de 2,3 milhões de pessoas já aderiram ao acordo de ressarcimento, representando cerca de sete em cada dez beneficiários aptos a receber. Desde o início dos pagamentos, em 24 de julho, já foram devolvidos R$ 1,29 bilhão.
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Os valores serão pagos integralmente, corrigidos pela inflação (IPCA), diretamente na conta onde o aposentado recebe o benefício. O procedimento é simples e gratuito, não exigindo envio de documentos. Quem ainda não aderiu deve acessar o aplicativo Meu INSS ou ir a uma agência dos Correios.
Podem participar aqueles que contestaram os descontos e não receberam resposta em até 15 dias úteis, os que sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025, e aqueles com processos na Justiça, desde que não tenham recebido os valores. Neste último caso, é necessário desistir da ação.
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Em paralelo, a Polícia Federal deflagrou a Operação Cambota, parte da Operação Sem Desconto, investigando um esquema de cobranças indevidas em aposentadorias e pensões. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Distrito Federal, com ordens autorizadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
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O INSS alerta para a possibilidade de fraudes. O instituto não envia links, SMS ou mensagens solicitando dados pessoais, nem cobra taxas ou solicita intermediários. Os aposentados devem estar atentos a essas tentativas de golpe.
Para os que ainda não contestaram os descontos, o prazo vai até, no mínimo, 14 de novembro de 2025. A adesão ao acordo continuará disponível mesmo após essa data.
Concluindo, o esforço do governo e das autoridades é para garantir que os aposentados e pensionistas recebam de volta o que lhes foi indevidamente retirado. Se você achou este conteúdo útil, inscreva-se em nossa newsletter para ficar por dentro das atualizações.
Os beneficiários têm até, no mínimo, 14 de novembro de 2025, para contestar os descontos indevidos e aderir ao acordo.
A Operação Cambota é parte da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga um esquema de cobranças indevidas em aposentadorias e pensões.
O INSS alerta que não envia links, SMS ou mensagens solicitando dados pessoais e não cobra taxas ou solicita intermediários. Beneficiários devem estar atentos a essas tentativas de golpe.
Podem participar aqueles que contestaram os descontos e não receberam resposta em até 15 dias úteis, os que sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025, e aqueles com processos na Justiça que não tenham recebido os valores.
Os beneficiários podem aderir ao acordo acessando o aplicativo Meu INSS ou indo a uma agência dos Correios.