O crescimento das corretoras de seguros no Brasil está cada vez mais vinculado às fusões e aquisições, um movimento que vem se destacando em meio à desaceleração do PIB e à queda nos preços de seguros patrimoniais. A estratégia de fusões é vista como essencial para manter receitas e gerar valor, principalmente para corretoras apoiadas por private equity.
Mesmo com as incertezas políticas e econômicas, o setor de seguros continua atrativo. Há grandes oportunidades em setores como infraestrutura, turismo, portos, aeroportos e energia renovável, conforme destacam os CEOs das principais corretoras do mercado.
O que você vai ler neste artigo:
Paula Lopes, presidente da Marsh Brasil, aponta que a concorrência das corretoras de médio porte estimula a inovação. A empresa, presente em 130 países, completará 70 anos de atuação no Brasil em 2025. A Marsh registrou um crescimento de dois dígitos no primeiro semestre deste ano, impulsionada por soluções customizadas e consultoria de risco.
A Marsh Brasil planeja expandir sua presença em mercados estratégicos e investir em tecnologia. A empresa está lançando novos produtos em áreas como cibersegurança e riscos climáticos, visando pequenas e médias empresas (PMEs).
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A Gallagher tem apostado na contratação de especialistas e aquisições para diversificar seu portfólio e expandir sua presença no Brasil. A empresa já incorporou o Grupo Interbrok e o Grupo Case, ampliando sua atuação em benefícios e saúde.
Luiz Araripe, gerente nacional, afirma que a meta é posicionar o Brasil como um hub para atender setores como agronegócio e mineração. O crescimento orgânico da Gallagher é de 30% ao ano.
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Eduardo Takahashi, CEO da WTW Brasil, vê oportunidades em nichos como agronegócio e energia. A empresa mantém uma rede de corretores parceiros e foca em crescimento seletivo e investimentos em tecnologia.
A MDS, com 15 aquisições em sete anos, mistura crescimento orgânico e inorgânico. Já a It’sSeg, agora Acrisure Brasil, integra a operação brasileira à estratégia global da fintech americana, com foco em aquisições seletivas.
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Com 24 aquisições em oito anos, a Alper Seguros, liderada por Marcos Couto, planeja investir R$ 400 milhões em novas aquisições até 2025, visando consolidar sua liderança no mercado.
O mercado de corretoras de seguros no Brasil está em transformação, impulsionado por fusões e aquisições que prometem reconfigurar o setor. Se você gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro das novidades do mercado de seguros, inscreva-se em nossa newsletter!
As corretoras de seguros estão focando em fusões para manter receitas, aumentar a competitividade e se adaptar às mudanças econômicas e de mercado.
Setores como infraestrutura, turismo, portos, aeroportos e energia renovável são considerados promissores para as corretoras de seguros no Brasil.
A tecnologia está permitindo que as corretoras de seguros lancem novos produtos, como soluções em cibersegurança e riscos climáticos, além de melhorar a eficiência operacional.
A Alper Seguros está adotando uma estratégia agressiva de crescimento, com 24 aquisições nos últimos oito anos e um investimento planejado de R$ 400 milhões até 2025.
A WTW Brasil está focando em nichos especializados, como agronegócio e energia, e mantém uma rede de corretores parceiros para crescimento seletivo.