O BTG Pactual divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para julho, trazendo novidades importantes. Entre as mudanças, está a retirada do VGIR11 e o aumento da posição no KNCR11, mantendo o foco em FIIs de papel.
Segundo o relatório do banco, o Valora CRI CDI, que vinha apresentando bons resultados desde maio, foi excluído após um ganho expressivo. Por outro lado, o Kinea Rendimentos Imobiliários teve sua participação ampliada para 15,5%, visando maior proteção e diversificação.
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No segundo semestre de 2025, o BTG Pactual reforça a aposta em fundos imobiliários de papel, especialmente aqueles vinculados ao CDI, como o KNCR11. A preferência é por fundos de baixo risco e alta qualidade, destacando a liquidez e os dividendos atrativos.
Com a Selic em alta, a expectativa é de que os fundos indexados ao CDI ampliem suas distribuições. Além disso, os FIIs atrelados à inflação, negociados a taxas atrativas de IPCA +10% ao ano, também são vistos como boas oportunidades.
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No segmento de tijolo, o BTG dá preferência a fundos de galpões logísticos e shoppings. Esses setores têm mostrado resiliência e melhoria nos indicadores, mesmo diante de incertezas tributárias futuras.
O desempenho positivo dos FIIs, com redução dos descontos nas cotas, tem valorizado os fundos de tijolo. A recomendação é priorizar ativos com fundamentos sólidos e boa gestão, capazes de sustentar dividendos consistentes.
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Em junho, a carteira do BTG teve um crescimento de 1,01%, superando o IFIX. Para julho, os ajustes realizados prometem uma liquidez diária de R$ 4,7 milhões e um dividend yield médio ponderado de 12,5%.
Essas mudanças refletem a estratégia do BTG em oferecer aos investidores opções robustas e diversificadas, alinhadas às tendências do mercado e às expectativas econômicas.
Os principais tipos de fundos imobiliários são FIIs de papel, FIIs de tijolo, FIIs híbridos e FIIs de fundos.
Investir em fundos imobiliários pode proporcionar diversificação de carteira, rendimento passivo através de dividendos e potencial de valorização do capital.
Dividend yield é a relação entre os dividendos pagos por um fundo imobiliário e o preço da sua cota, expressa em porcentagem, indicando a rentabilidade do investimento.
A Selic, taxa básica de juros, influencia os fundos imobiliários, pois determina o custo de oportunidade e pode afetar os rendimentos de fundos atrelados a índices como o CDI.
FIIs de papel investem em títulos de renda fixa relacionados ao setor imobiliário, enquanto FIIs de tijolo investem diretamente em imóveis físicos, como shoppings e galpões.