O Ibovespa retomou a trajetória de alta após quatro dias de quedas, encerrando o pregão com uma valorização de 0,45%, atingindo 137.164,61 pontos. A recuperação foi impulsionada principalmente pelos setores bancário e de varejo, enquanto a Petrobras registrou uma nova queda.
A moeda norte-americana, o dólar comercial, apresentou uma leve alta de 0,29%, cotada a R$ 5,519, enquanto os juros futuros mostraram queda ao longo de toda a curva.
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Dois fatores foram cruciais para o desempenho positivo da Bolsa. Primeiramente, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) trouxe alívio ao indicar que o ciclo de alta da Selic, atualmente em 15% ao ano, chegou ao fim. O Banco Central afirmou que a taxa se manterá nesse patamar por um longo período, com possíveis cortes apenas em 2026.
A análise da XP Investimentos destacou que, apesar dos desafios, a atividade econômica e a inflação estão mostrando sinais de moderação. O Copom acredita que sua estratégia de aumento rápido das taxas de juros está surtindo efeito, mas ainda é necessário observar os impactos das políticas já implementadas.
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No cenário internacional, um possível cessar-fogo entre Irã e Israel, anunciado por Donald Trump, trouxe otimismo aos mercados, resultando em uma queda nos preços do petróleo. Apesar de não ser totalmente cumprido, a perspectiva de paz influenciou positivamente os índices em Nova York e Europa.
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, em audiência na Câmara dos Representantes dos EUA, reforçou a postura rígida contra a inflação, sinalizando que cortes nas taxas de juros ainda não são iminentes. Essa postura, apesar de não agradar a todos, como o presidente Trump, mantém a confiança na estabilidade econômica.
No Brasil, o setor bancário apresentou ganhos significativos após a confirmação do fim do ciclo de alta da Selic. Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander fecharam em alta, impulsionando o índice. No varejo, Magazine Luiza, Lojas Renner e Assaí também registraram ganhos, refletindo a confiança na política monetária atual.
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Por outro lado, a Petrobras sofreu com a queda nos preços do petróleo, registrando uma desvalorização de 1,97%. Outras empresas, como Vale, também enfrentaram dificuldades, enquanto a Copel se destacou positivamente ao migrar para o Novo Mercado.
A quarta-feira reserva mais discursos de Powell, desta vez no Senado, e dados do setor imobiliário dos EUA, que podem influenciar os mercados. No entanto, a atenção permanece voltada para as negociações no Oriente Médio.
A Petrobras sofreu uma queda devido à desvalorização nos preços do petróleo, apesar da alta geral do Ibovespa impulsionada por bancos e varejo.
O anúncio de um possível cessar-fogo entre Irã e Israel trouxe otimismo, resultando em uma queda nos preços do petróleo e influenciando positivamente os índices internacionais.
O fim do ciclo de alta da Selic beneficiou os bancos, que fecharam em alta, pois a manutenção das taxas de juros favorece o ambiente de negócios e o crédito.
A ata do Copom indicou que o ciclo de alta da Selic chegou ao fim, e que a economia e a inflação estão mostrando sinais de moderação, trazendo alívio ao mercado.
Os setores bancário e de varejo foram os principais responsáveis pela alta do Ibovespa, com empresas como Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Magazine Luiza registrando ganhos significativos.