Com a recente equiparação das alíquotas de IOF sobre operações de câmbio realizadas por fintechs, como Wise e Nomad, ao mesmo nível das compras feitas com cartões de crédito, muitos estão buscando alternativas para evitar a taxa de 3,5%. Criptomoedas surgem como uma opção viável. Este setor ainda não é regulamentado no Brasil, permitindo a integração com meios de pagamento como Pix e cartões de crédito pré-pagos.
O que você vai ler neste artigo:
Fintechs como Bankei e Kast oferecem cartões pré-pagos que operam em múltiplas moedas e aceitam pagamentos em bitcoin, ethereum e stablecoins como USDT e USDC. Essas moedas digitais são lastreadas no dólar, proporcionando estabilidade ao valor.
Os usuários não precisam se preocupar com a conversão antes do pagamento, pois as empresas aceitam criptoativos independentemente da taxa de câmbio no momento da transação. Rocelo Lopes, fundador da startup Truther, explica que essa facilidade é possível graças à estabilidade das stablecoins, que podem ser convertidas para bitcoins ou outros criptoativos dentro da própria rede.
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Por estarem fora do sistema financeiro tradicional, as transações com criptomoedas não estão sujeitas ao IOF. No entanto, há taxas variáveis associadas ao uso da rede de criptoativos e corretoras podem cobrar até 2% de corretagem.
Essa situação pode mudar em breve. Em outubro, o Banco Central do Brasil abriu uma consulta pública para discutir a exigência de licenças de operação de câmbio para corretoras de criptomoedas, o que poderia incluir a cobrança de IOF nessas transações.
Enquanto a regulamentação não chega, as criptomoedas continuam a ser uma alternativa atrativa para aqueles que buscam evitar taxas adicionais em operações de câmbio. Fique atento às novidades e, se gostou do conteúdo, não deixe de se inscrever em nossa newsletter para receber mais informações atualizadas sobre o mercado financeiro.
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O IOF é o Imposto sobre Operações Financeiras, que incide sobre diversas transações financeiras, incluindo câmbio, impactando o custo final dessas operações.
As criptomoedas não estão sujeitas ao IOF porque operam fora do sistema financeiro tradicional e ainda não são regulamentadas no Brasil.
As principais criptomoedas usadas incluem Bitcoin, Ethereum e stablecoins como USDT e USDC, que são lastreadas no dólar.
Embora não haja IOF, podem haver taxas de corretagem de até 2% e taxas variáveis associadas ao uso da rede de criptoativos.
A regulamentação pode exigir licenças de operação de câmbio para corretoras de criptomoedas, possivelmente incluindo a cobrança de IOF nas transações.