As ações da JBS (JBSS3) enfrentam uma significativa queda no mercado, mesmo após a empresa registrar um impressionante crescimento de 77,6% no lucro líquido do primeiro trimestre de 2025 (1T25). Por volta do meio-dia desta quarta-feira (14), as ações estavam em queda de 6,10%, cotadas a R$ 38,36, sendo uma das maiores quedas do Ibovespa.
O que você vai ler neste artigo:
O lucro líquido da JBS alcançou R$ 2,923 bilhões no 1T25, enquanto o Ebitda ajustado totalizou R$ 8,929 bilhões, um aumento de 38,9% em relação ao ano anterior. Apesar desses números robustos, o fluxo de caixa negativo de R$ 4,9 bilhões, resultado da sazonalidade do capital de giro e pagamento de impostos, foi um ponto de preocupação para os analistas.
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A JBS Brasil e a unidade de carne bovina nos Estados Unidos apresentaram margens menores do que o esperado. A margem Ebitda ajustada do US beef ficou em -1,8%, levantando dúvidas sobre o futuro desse segmento.
Por outro lado, os segmentos de frangos e suínos, especialmente a Seara, mostraram desempenho positivo, com a Seara atingindo uma margem Ebitda recorde de 19,8%.
Os analistas de instituições como BTG Pactual e Bradesco BBI mantiveram a recomendação de compra para JBSS3, apesar das margens pressionadas. Eles veem um potencial de reclassificação de múltiplos com a possível dupla listagem da JBS nos Estados Unidos.
Atualmente, as ações da JBS negociam a 5,4 vezes a relação valor de mercado sobre o Ebitda (EV/Ebitda), abaixo de concorrentes como Tyson e PPC, que negociam a 7,6 e 6,8 vezes, respectivamente.
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O Goldman Sachs destaca que a JBS tem um algoritmo de crescimento estável e potencial para gerar fluxos de caixa livre significativos nos próximos anos. Isso, combinado com um valuation considerado barato, torna as ações da empresa uma opção atraente para investidores.
A queda nas ações da JBS, apesar do lucro recorde, ilustra as complexidades do mercado e como fatores como fluxo de caixa e margens podem influenciar a percepção dos investidores. Para mais atualizações e análises financeiras, inscreva-se em nossa newsletter!
A queda das ações da JBS ocorreu devido a preocupações com o fluxo de caixa negativo e margens pressionadas em alguns segmentos, mesmo com o lucro recorde.
Os segmentos de frangos e suínos, especialmente a Seara, mostraram desempenho positivo, com uma margem Ebitda recorde de 19,8%.
Analistas de instituições como BTG Pactual e Bradesco BBI mantiveram a recomendação de compra para JBSS3, destacando o potencial de reclassificação de múltiplos com a possível dupla listagem nos EUA.
O Goldman Sachs destaca que a JBS tem potencial para gerar fluxos de caixa livre significativos e um valuation considerado barato, tornando suas ações atraentes para investidores.
Atualmente, as ações da JBS negociam a 5,4 vezes a relação valor de mercado sobre o Ebitda (EV/Ebitda), abaixo de concorrentes como Tyson e PPC, que negociam a 7,6 e 6,8 vezes, respectivamente.