A tempestade Martinho deixou um rastro de destruição em Portugal, gerando uma onda de reclamações para as seguradoras. Entre as 00:00 e as 07:00 do dia 20 de março de 2025, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registrou mais de 4.000 ocorrências devido ao mau tempo.
As consequências da tempestade foram sentidas em diversas regiões, com a Grande Lisboa sendo a mais afetada. Os danos incluem quedas de árvores, estruturas danificadas, estradas bloqueadas e veículos destruídos.
O que você vai ler neste artigo:
As seguradoras estão enfrentando um número crescente de reclamações. A Fidelidade, a maior seguradora do mercado, já recebeu mais de seis mil pedidos de clientes afetados, estimando custos superiores a oito milhões de euros.
A maioria dos sinistros relatados são relacionados a seguros patrimoniais, multirriscos habitação e multirriscos empresas, representando cerca de 94% das ocorrências. Os seguros de automóveis correspondem a aproximadamente 5%, enquanto o restante envolve ramos mais específicos.
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As seguradoras ainda estão avaliando o impacto total da tempestade, mas o número de reclamações deve aumentar nos próximos dias. Este evento destaca a importância de políticas de seguro abrangentes e a necessidade de preparação para eventos climáticos extremos.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) continua monitorando as condições climáticas e alerta para possíveis novas tempestades. A população é aconselhada a tomar precauções adicionais para proteger suas propriedades e vidas.
Este evento sublinha a crescente frequência de eventos climáticos severos, impulsionando debates sobre mudanças climáticas e medidas preventivas.
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A Grande Lisboa foi a região mais afetada pela tempestade Martinho, com danos significativos como quedas de árvores e estruturas danificadas.
As seguradoras enfrentaram um aumento significativo nas reclamações, com a Fidelidade recebendo mais de seis mil pedidos de indenização.
Os seguros patrimoniais e multirriscos foram os mais acionados, representando 94% das ocorrências, seguidos pelos seguros de automóveis.
As seguradoras estão avaliando políticas de seguro mais abrangentes e enfatizando a necessidade de preparação para eventos climáticos extremos.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera continua monitorando o clima e alerta para a possibilidade de novas tempestades.