A Operação Falso Profeta trouxe à tona um complexo esquema de extorsão e lavagem de dinheiro em Cuiabá. Liderada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a operação visa desmantelar atividades ilícitas relacionadas a uma facção criminosa.
O que você vai ler neste artigo:
O esquema envolvia a criação de empresas de fachada para lavar dinheiro obtido por meio de extorsões. Os ‘laranjas’, incluindo um funcionário de supermercado e uma beneficiária do Bolsa Família, eram listados como proprietários de negócios fictícios, como uma distribuidora de bebidas e uma drogaria.
Apontado como mentor do esquema, o pastor Ulisses Batista, conhecido como ‘Velho Ulisses’, estava no centro das operações. Ele recebia grandes somas de dinheiro de empresas fraudulentas, que posteriormente eram repassadas para a facção criminosa no Rio de Janeiro.
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As investigações revelaram que as empresas de fachada, como uma drogaria e uma distribuidora de bebidas, realizavam transações financeiras significativas. Uma drogaria, por exemplo, transferiu R$ 234 mil para a conta do pastor. Já a distribuidora de bebidas realizou uma transferência de R$ 102.128,00.
Os ‘laranjas’ eram pessoas de vida humilde, que não tinham capacidade financeira para gerir negócios de tal porte. Um dos supostos proprietários era um funcionário de supermercado, enquanto a outra era uma mãe de quatro filhos que recebia auxílio do governo.
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Deflagrada com base em investigações iniciadas em novembro de 2024, a operação visa desarticular a facção criminosa que atua na distribuição de água mineral em Cuiabá e Várzea Grande. As autoridades continuam em busca do pastor Ulisses, que está foragido.
O Governo de Mato Grosso lançou o serviço ‘Disque Extorsão contra Facções Criminosas’, que permite denúncias anônimas pelo telefone 181. Esta ação faz parte do programa Tolerância Zero, que busca combater facções criminosas de forma eficaz.
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A operação foi liderada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
O pastor Ulisses Batista, conhecido como ‘Velho Ulisses’, era apontado como o mentor do esquema, recebendo e repassando grandes somas de dinheiro para a facção criminosa.
As empresas de fachada realizavam transações financeiras significativas para lavar dinheiro obtido por extorsões.
O governo lançou o serviço ‘Disque Extorsão contra Facções Criminosas’ e faz parte do programa Tolerância Zero para combater facções criminosas.
As investigações foram motivadas por suspeitas de atividades ilícitas relacionadas a uma facção criminosa em Cuiabá e Várzea Grande.