Empresários maranhenses estão se mobilizando contra a proposta de aumento do ICMS, prevista para ser discutida na Assembleia Legislativa. A medida, que propõe elevar a alíquota de 22% para 23%, tem gerado preocupação entre os setores produtivos do estado.
O que você vai ler neste artigo:
O aumento do ICMS no Maranhão é visto com grande apreensão pela classe empresarial. A Federação do Comércio do Maranhão (Fecomércio-MA) alerta que a elevação da alíquota pode agravar ainda mais a competitividade das empresas locais, que já enfrentam um cenário desafiador devido à alta carga tributária.
Para os empresários, o reajuste é um entrave ao desenvolvimento econômico do estado. Muitos acreditam que o aumento do imposto pode desencorajar novos investimentos e impactar negativamente na geração de empregos. A Fecomércio-MA destaca que o Maranhão já possui a alíquota mais alta do país, o que limita o crescimento e a competitividade das empresas locais.
Este é o segundo aumento do ICMS em menos de um ano. Em novembro de 2023, a alíquota foi elevada de 20% para 22%, e agora, a proposta é um novo reajuste para 23%. Os empresários argumentam que essas mudanças frequentes dificultam o planejamento e a sustentabilidade dos negócios.
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A Fecomércio-MA e sindicatos filiados têm se manifestado contra o Projeto de Lei enviado pelo governador Carlos Brandão. Eles argumentam que a medida pode resultar em efeitos negativos não só para o comércio, mas para toda a economia do estado, que já enfrenta o maior índice de pobreza e o menor PIB per capita do Brasil.
Além dos impactos diretos nas empresas, o aumento do ICMS pode afetar o consumidor final, com possíveis repasses dos custos adicionais para os preços dos produtos. Isso pode agravar a situação econômica de muitas famílias, especialmente em um estado com altos índices de pobreza.
O protesto organizado pela Fecomércio-MA busca sensibilizar os deputados estaduais sobre a importância de reconsiderar a proposta de aumento do ICMS. A mobilização tem como objetivo evitar que a medida seja aprovada, preservando a saúde econômica do Maranhão.
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O aumento do ICMS preocupa os empresários porque pode agravar a competitividade das empresas locais e desestimular novos investimentos, além de impactar negativamente a geração de empregos.
A Fecomércio-MA lidera a mobilização contra o aumento do ICMS, buscando sensibilizar deputados estaduais sobre os possíveis efeitos negativos da medida na economia do estado.
O aumento do ICMS pode resultar em repasses dos custos adicionais para os preços dos produtos, agravando a situação econômica das famílias, especialmente em um estado com altos índices de pobreza.
Este é o segundo aumento do ICMS em menos de um ano. Em novembro de 2023, a alíquota foi elevada de 20% para 22%, e agora, a proposta é um novo reajuste para 23%.
Se aprovado, o aumento do ICMS pode limitar o crescimento e a competitividade das empresas locais, desestimular investimentos e aumentar o custo de vida, prejudicando a saúde econômica do estado.