A cobertura de seguros para catástrofes naturais na Europa é um tema de grande preocupação, especialmente em Portugal, onde a proteção é ainda menor. Um estudo recente revelou que mais de 95% dos custos potenciais com desastres naturais não estão adequadamente cobertos por seguros.
O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), José Galamba de Oliveira, destacou a baixa cobertura de risco sísmico em Portugal, um país particularmente exposto a esses eventos.
O que você vai ler neste artigo:
Portugal enfrenta um ‘gap de proteção’ significativo, com apenas 19% das habitações cobertas contra risco sísmico. Isso significa que uma em cada cinco casas tem algum tipo de proteção, o que é alarmante considerando a localização geográfica do país.
A APS tem trabalhado para aumentar a cobertura de riscos sísmicos, enquanto a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) prepara um plano para criar um fundo sísmico nacional. A expectativa é que isso possa ser um primeiro passo para cobrir também riscos climáticos.
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Na Europa, a cobertura de seguros para desastres naturais não ultrapassa 25% do necessário. Esse ‘gap de proteção’ coloca o continente em uma posição desfavorável em comparação com outras regiões do mundo.
As mudanças climáticas têm aumentado a frequência e a severidade de desastres naturais, como inundações e tempestades. Isso destaca a importância de mecanismos robustos de prevenção e gestão de riscos.
O governo português está à espera de propostas da ASF para melhorar a cobertura de riscos. A criação de um sistema nacional de proteção contra riscos catastróficos é uma das soluções em discussão.
A literacia em seguros é fundamental para que os consumidores compreendam as coberturas disponíveis. Muitas vezes, os proprietários acreditam estar protegidos, mas possuem apenas a cobertura mínima obrigatória.
A APS defende que, assim como o seguro contra incêndios é obrigatório, deveria haver uma extensão para cobrir outros fenômenos naturais.
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A cobertura insuficiente de seguros para catástrofes naturais em Portugal e na Europa é um problema crítico que exige ação imediata. Com a colaboração entre entidades públicas e privadas, é possível criar um sistema mais robusto e eficaz. Se você gostou deste conteúdo e deseja receber mais informações como esta, inscreva-se em nossa newsletter.
A cobertura de seguros para catástrofes naturais é crucial para proteger contra perdas financeiras significativas que podem ocorrer devido a desastres naturais, garantindo segurança econômica para indivíduos e comunidades.
Portugal enfrenta desafios como a baixa cobertura de risco sísmico, com apenas 19% das habitações cobertas, além da necessidade de maior conscientização e educação sobre seguros.
As mudanças climáticas aumentam a frequência e severidade de desastres naturais, destacando a necessidade de mecanismos de seguros mais robustos para gerenciar esses riscos.
Iniciativas incluem a proposta de um fundo sísmico nacional e a discussão sobre a obrigatoriedade de seguros para outros fenômenos naturais, além de esforços para aumentar a literacia em seguros.
A Europa tem uma cobertura inferior, com apenas 25% dos riscos adequadamente cobertos, colocando-a em desvantagem em comparação a outras regiões do mundo.