Os proprietários de automóveis que planejam adesivar seus veículos para campanhas eleitorais devem estar atentos às regras das seguradoras para evitar problemas com o seguro. Com o primeiro turno das eleições municipais de 2024 marcado para 6 de outubro, é comum que partidários incluam a plotagem/adesivação de veículos em suas campanhas. Contudo, essa prática pode gerar complicações na hora de acionar o seguro automóvel.
O que você vai ler neste artigo:
Segundo Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne), é crucial que o segurado consulte seu corretor de seguros antes de colocar qualquer propaganda ou realizar modificações no veículo. Cada seguradora tem seus próprios critérios de análise de risco e aceitação em relação às modificações dos veículos, como a adesivação, que é comum durante campanhas eleitorais. Além disso, é importante observar se o carro segurado será usado para fins particulares ou profissionais.
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Uma diretriz comum entre as seguradoras é a necessidade de reportar a adesivação total do veículo, seja para divulgação política ou qualquer outro fim. A plotagem total, que impossibilita a identificação da cor original do carro, deve ser comunicada à seguradora e ao Detran do estado de origem do veículo para que o CRLV seja regularizado para a cor fantasia. Vale lembrar que danos aos adesivos, plotagens e envelopamentos geralmente não são cobertos pelas seguradoras.
Se o veículo for usado para atividades relacionadas à campanha eleitoral, como transporte de material, acoplagem de caixa de som para divulgação nas ruas ou assessoria, é necessário modificar seu uso para comercial. Caso contrário, o seguro pode não ser aceito em caso de sinistro, comprometendo a indenização.
Leandro Vasco destaca que as seguradoras não cobrem danos causados por perturbação da ordem pública, atos de hostilidade, tumultos, motins, vandalismo, entre outros. Portanto, é essencial avisar o corretor de seguros antecipadamente sobre qualquer mudança ou novo uso do veículo durante o período eleitoral, independentemente do percentual de adesivação ou plotagem desejada, para que as regras da seguradora sejam verificadas e os ajustes necessários na apólice sejam feitos.
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Em resumo, adesivar veículos para campanhas eleitorais pode interferir na cobertura do seguro auto. Consultar a seguradora e seguir as diretrizes específicas é fundamental para evitar problemas futuros. Se você achou este conteúdo útil, inscreva-se em nossa newsletter para receber mais informações relevantes diretamente no seu e-mail!
Adesivar um veículo para campanhas eleitorais pode interferir na cobertura do seguro auto. É importante consultar a seguradora e seguir suas diretrizes para evitar problemas.
Sim, a adesivagem total do veículo deve ser comunicada à seguradora e ao Detran para regularização do CRLV para a cor fantasia.
Se o veículo for usado para atividades relacionadas à campanha eleitoral, como transporte de material ou divulgação, é necessário modificar seu uso para comercial. Caso contrário, o seguro pode não ser aceito em caso de sinistro.
As seguradoras geralmente não cobrem danos causados por perturbação da ordem pública, atos de hostilidade, tumultos, motins, vandalismo, entre outros.
Consultar o corretor de seguros é crucial para verificar as regras da seguradora e fazer os ajustes necessários na apólice, evitando problemas com a cobertura do seguro.