Mais uma mulher foi vítima de agressão e violência por parte de um ex-companheiro em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. O caso ocorreu quando a vítima foi cobrar a pensão do filho de apenas 9 meses. O agressor a espancou com socos e chutes no meio da rua, sendo o ato registrado por uma câmera de monitoramento.
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A vítima foi puxada pelos cabelos, arrastada para fora de casa e jogada no chão pelo criminoso, perto do meio-fio da rua. Foi nesse momento que a sessão de espancamento começou. Uma mulher que passava pela rua tentou intervir conversando com o agressor, mas ele continuou a bater na ex-companheira.
Apesar da presença de testemunhas, incluindo uma pessoa que passou de bicicleta e nada fez para impedir a violência, os pedidos de socorro da vítima eventualmente atraíram a atenção de mais pessoas, que se aproximaram para ajudá-la. A brutalidade do ataque foi tamanha que a mulher teve o tímpano estourado.
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A polícia foi chamada e a vítima foi encaminhada ao Hospital da Posse, também em Nova Iguaçu. A mulher solicitou uma medida protetiva contra o agressor.
O nome do agressor não foi divulgado, mas sabe-se que ele tem mais de 10 passagens criminais, todas por agressões. Entre as vítimas, inclui-se uma outra ex-companheira, com quem ele tem um filho. Até o momento, ele segue solto.
Casos como este destacam a necessidade urgente de medidas mais eficazes para proteger vítimas de violência doméstica e punir agressores reincidentes. A comunidade de Nova Iguaçu, assim como o resto do país, clama por justiça e segurança.
Se você ou alguém que conhece está em uma situação de violência doméstica, procure ajuda imediatamente. Existem diversos recursos e linhas de apoio disponíveis, como a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
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Os sinais podem incluir lesões físicas, isolamento social, comportamento controlador por parte do agressor e mudanças abruptas no comportamento da vítima.
Denuncie às autoridades locais, como a polícia, ou utilize serviços de apoio como a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
As consequências podem incluir prisão, medidas protetivas para a vítima e, em casos graves, penas mais severas conforme a legislação vigente.
Recursos incluem linhas de apoio, abrigos temporários, assistência legal e serviços de aconselhamento psicológico.