A cotação do dólar encerrou a segunda-feira (16) com uma queda de 1,60%, fechando a R$ 5,2294. O Ibovespa, por sua vez, apresentou um aumento de 1,25%, alcançando 179.875 pontos. Esses movimentos foram influenciados por fatores internacionais e domésticos, especialmente a situação no Oriente Médio e indicadores econômicos brasileiros.
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Os preços do petróleo, que haviam subido recentemente, voltaram a cair. Esse recuo foi impulsionado pela travessia bem-sucedida de um navio não iraniano pelo Estreito de Ormuz, gerando expectativas de normalização do tráfego na região. Com a queda do petróleo, os custos de energia e produção tendem a diminuir, ajudando a conter a inflação e aumentando a confiança dos investidores em ativos de maior risco.
O barril de Brent, referência internacional, caiu 2,74%, sendo cotado a US$ 100,31, enquanto o WTI, dos Estados Unidos, registrou uma queda de 4,94%, fechando a US$ 93,78. A pressão do presidente americano para que países europeus e asiáticos ajudem a reabrir o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do fluxo mundial de petróleo, também teve impacto nos mercados.
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No cenário nacional, a divulgação do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, mostrou um crescimento de 0,8% da economia em janeiro, marcando a maior expansão mensal em um ano. Além disso, o Boletim Focus indicou que o mercado prevê um corte menor de juros pelo Banco Central.
Esta semana é crucial para decisões de juros no Brasil e nos EUA, com os investidores atentos às reuniões do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. As expectativas em torno dessas decisões podem influenciar significativamente os mercados financeiros.
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A Receita Federal divulgou as regras para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Os contribuintes devem prestar contas sobre rendimentos e despesas de 2025, com o prazo de entrega começando em 23 de março e se estendendo até 29 de maio.
Em suma, o mercado financeiro segue atento a uma combinação de fatores internacionais e domésticos que impactam diretamente a economia e os investimentos. Se você gostou deste conteúdo e quer receber mais informações atualizadas, inscreva-se em nossa newsletter!
O dólar caiu devido a fatores internacionais, como a tensão no Oriente Médio e a normalização do tráfego no Estreito de Ormuz, que impactaram os preços do petróleo.
As tensões no Oriente Médio, junto com indicadores econômicos brasileiros positivos, levaram a um aumento no Ibovespa, refletindo a confiança dos investidores.
O Estreito de Ormuz é crucial porque cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo passa por ele, influenciando diretamente os preços globais do petróleo.
O IBC-Br é um índice que serve como prévia do PIB brasileiro, indicando o desempenho da economia. Recentemente, mostrou um crescimento de 0,8% em janeiro.
Os mercados estão atentos às reuniões do Federal Reserve e do Copom, que podem influenciar as taxas de juros e, consequentemente, os mercados financeiros.