O Sistema de Consórcios encerrou o 1º quadrimestre de 2024 com um crescimento de 4,7% no acumulado de cotas vendidas. O segmento de imóveis foi o que registrou maior avanço no período, com alta de 24,1% nas adesões. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).
Os resultados positivos da modalidade são explicados pelas condições para adquirir, construir ou reformar um imóvel, ou ainda, quitar o financiamento habitacional. A modalidade permite a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ofertar lances, complementar o valor da carta de crédito, amortizar ou liquidar o saldo devedor e pagar parte das prestações.
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José Climério Silva Souza, Diretor Executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás, destaca: “E tudo isso sem a incidência de juros. As prestações mensais são fixas, podendo o cliente escolher o valor da carta de crédito de acordo com o seu poder de compra, formando assim uma poupança comum destinada à aquisição do bem, por meio de um autofinanciamento”.
“Consórcio e planejamento são praticamente sinônimos. É ideal para quem está comprando um imóvel, investimento que exige planejamento financeiro”, acrescenta José Climério.
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O uso do FGTS no consórcio de imóveis tem ganhado destaque no cenário econômico brasileiro. Em 2023, o volume de recursos do Fundo utilizado em consórcios imobiliários ultrapassou R$ 205 milhões, segundo dados da ABAC. Desse montante, cerca de 54% foram destinados à amortização ou quitação de saldos devedores e 46% para aquisição de imóvel pronto ou em construção.
Para utilizar o FGTS no consórcio, o participante deve seguir algumas regras específicas. É necessário, por exemplo, que o imóvel esteja localizado em área urbana e seja destinado à moradia do titular. Além disso, o trabalhador precisa ter, no mínimo, três anos de carteira assinada, consecutivos ou não.
No mercado, é possível escolher entre diversos grupos e planos de pagamento que atendem às necessidades de cada cliente, possibilitando ao consorciado se programar financeiramente para comprar, reformar ou construir um imóvel.
Além de imóveis, existem outras possibilidades de aquisição de bens por meio do consórcio, como carros de passeio e veículos utilitários, novos ou usados, sem pagar juros e sem comprometer o orçamento familiar ou da empresa.
Os consórcios de veículos oferecem a vantagem de não incidir juros sobre as parcelas, tornando-se uma opção atraente para quem deseja adquirir um carro novo ou usado. A modalidade também permite que o consorciado escolha o valor da carta de crédito de acordo com suas necessidades e possibilidades financeiras.
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Optar por um consórcio é uma forma inteligente de planejamento financeiro. Além de não ter juros, o consórcio permite que o participante organize suas finanças a longo prazo, garantindo a aquisição do bem desejado sem comprometer seu orçamento mensal.
Os consórcios têm se mostrado uma solução viável e vantajosa para diversos perfis de consumidores, seja para a compra de imóveis ou veículos. A possibilidade de utilizar o FGTS para complementar os valores e quitar dívidas torna essa modalidade ainda mais atrativa.
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As principais vantagens do consórcio imobiliário incluem planejamento financeiro, ausência de juros e flexibilidade na utilização da carta de crédito.
Para utilizar o FGTS no consórcio, o imóvel deve estar em área urbana e ser destinado à moradia do titular. Além disso, o trabalhador precisa ter, no mínimo, três anos de carteira assinada. O FGTS pode ser usado para ofertar lances, complementar a carta de crédito, amortizar ou liquidar o saldo devedor e pagar parte das prestações.
Os consórcios de veículos oferecem a vantagem de não incidir juros sobre as parcelas, permitindo ao consorciado escolher o valor da carta de crédito conforme suas necessidades e possibilidades financeiras.
Para participar de um consórcio, é necessário aderir a um grupo de consórcio administrado por uma empresa autorizada pelo Banco Central. O participante paga parcelas mensais até ser contemplado e receber a carta de crédito para adquirir o bem desejado.
O uso do FGTS no consórcio de imóveis tem um impacto econômico significativo. Em 2023, mais de R$ 205 milhões do FGTS foram utilizados em consórcios imobiliários, com 54% destinados à amortização ou quitação de saldos devedores e 46% para a aquisição de imóveis prontos ou em construção.
As regras incluem que o imóvel esteja localizado em área urbana e seja destinado à moradia do titular. O trabalhador deve ter, no mínimo, três anos de carteira assinada, consecutivos ou não.