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Nova regra do BC pode obrigar Nubank e Pagbank a trocar de nome em 2025

Matheus Rizo em 1 de dezembro de 2025 às 10:32

O Banco Central do Brasil aprovou recentemente uma norma que sacudiu o universo das fintechs: empresas como Nubank, Pagbank e Will Bank poderão ser obrigadas a mudar de nome até o final de 2025, caso não assumam oficialmente o status de banco. A resolução, publicada em novembro, estipula que apenas instituições autorizadas pelo BC poderão utilizar expressões como ‘banco’ ou ‘bank’ em suas marcas e domínios, numa tentativa de reforçar a transparência e a segurança para o consumidor.

O texto detalha que as fintechs terão até 120 dias para apresentar um plano de adequação ao Banco Central. A ação poderá impactar não só os nomes empresariais, mas também nomes de fantasia, logotipos e endereços digitais. Entenda o que muda, quais fintechs podem ser afetadas e como isso se relaciona com a confiança no sistema financeiro. Acompanhe os detalhes a seguir.

Nova regulamentação do Banco Central: o que determina a mudança

A principal novidade da resolução do Banco Central é clara: instituições só poderão usar os termos “banco” e “bank” caso realmente tenham autorização formal para operar como bancos. Isso significa que empresas hoje identificadas como bancos digitais, mas que funcionam tecnicamente como instituições de pagamento, como Nubank e Pagbank, terão de ajustar suas marcas se não possuírem a licença completa exigida pelo BC.

A norma se aplica a todas as formas de apresentação ao público, incluindo nome social, endereço na internet, termos usados em comunicações, publicidade e até mesmo a forma como a instituição interage em aplicativos de mensagens e redes sociais.

  • Prazos: 120 dias para entregar um plano de adequação
  • Implementação: até 1 ano para realizar todas as mudanças

O objetivo central é evitar que consumidores sejam induzidos a acreditar que estão contratando produtos ou serviços de um banco tradicional quando, na verdade, estão lidando com uma fintech limitada em atuação.

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Quem pode ser impactado: a situação de Nubank, Pagbank e Will Bank

Muitas empresas que figuram entre as líderes do segmento de serviços financeiros digitais se enquadram na categoria de instituições de pagamento, não de bancos. Segundo dados divulgados até 2025, Nubank, Pagbank e Will Bank, embora ofereçam contas digitais e cartão de crédito, não possuem autorização plena como bancos múltiplos no Brasil.

Essas fintechs precisarão entregar ao BC, em até 120 dias, o detalhamento do caminho para adequação de suas marcas e comunicação — e terão no máximo um ano para concluir toda a transição. Isso inclui revisar logos, sites, domínios e perfis em aplicativos e redes sociais. Importante notar que, segundo comunicado do Nubank, serviços e produtos dos clientes seguem inalterados.

O que dizem as instituições afetadas

O Nubank afirmou que já está analisando os termos da resolução e reiterou o compromisso de agir conforme as normas vigentes. A empresa enfatizou que a mudança tem natureza exclusivamente nominal, sem impacto para clientes ou interrupção em seus serviços. A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) classificou o texto do Banco Central como já esperado e em linha com a consulta pública original, avaliando como positivos os prazos estabelecidos para adequação e reforçando o apoio à medida, que distingue de forma clara bancos das demais instituições financeiras.

Impacto para o consumidor: mais clareza na oferta de serviços financeiros

Com a nova legislação, o Banco Central quer evitar confusões entre consumidores, protegendo-os de possíveis equívocos em relação ao prestador de serviço financeiro. Ao delimitar quem pode ou não ser chamado de banco, a norma fortalece a transparência e reduz a margem para propaganda enganosa no segmento digital, que vem crescendo rapidamente no Brasil.

Para o usuário final, isso significa mais segurança e clareza na hora de escolher quem vai gerir seu dinheiro, investir ou conceder crédito. Apesar do desconforto que uma possível alteracão de marca possa causar inicialmente, a transição será feita sem interferir na vida financeira dos correntistas das fintechs envolvidas.

O movimento reforça a confiança no sistema financeiro brasileiro e consolida a imagem das fintechs responsáveis, já que o processo de adequação acontece de forma estruturada, planejada e com amplo acompanhamento regulatório.

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O novo cenário regulatório impõe desafios de marketing para as fintechs, mas, segundo especialistas, também abre espaço para uma identidade própria e para a inovação em branding e comunicação. O importante para o consumidor é saber que as operações continuam protegidas, independentemente do nome da instituição.

A nova regra do Banco Central agita o mercado das fintechs e deve transformar a maneira como empresas como Nubank e Pagbank se apresentam ao público. Ainda que as mudanças sejam principalmente no nome, o consumidor ganha mais transparência e segurança ao usar serviços financeiros digitais. Caso tenha interesse em continuar informado sobre finanças, bancos digitais e regulação do setor, inscreva-se em nossa newsletter para não perder nenhuma novidade relevante para o seu bolso.

Perguntas frequentes

Quais são os principais prazos para as fintechs se adequarem à nova resolução do Banco Central?

As fintechs têm 120 dias para apresentar um plano de adequação e até 1 ano para concluir a implementação das mudanças exigidas na marca e comunicação.

Por que o Banco Central criou essa norma para uso dos termos ‘banco’ e ‘bank’?

O objetivo é evitar que consumidores sejam confundidos, protegendo-os contra a ideia enganosa de que instituições de pagamento que não são bancos plenos oferecem o mesmo tipo de serviço e segurança.

A mudança nas marcas das fintechs vai afetar os serviços oferecidos aos clientes?

Não. Segundo as fintechs afetadas, as mudanças têm caráter exclusivamente nominal e não impactam os serviços e produtos que os clientes utilizam.

Quais áreas da comunicação das fintechs serão afetadas pela norma do Banco Central?

A regra abrange nome social, nome fantasia, logotipos, domínios da internet, publicidades, comunicações digitais e perfis em redes sociais e aplicativos de mensagens.

Como a nova regulamentação pode impactar a imagem das fintechs no mercado financeiro?

A transição pode representar desafios de marketing, mas também uma oportunidade para as fintechs criarem identidades próprias, reforçando a transparência e fortalecendo a confiança dos consumidores.

Matheus Rizo

Autor da InfoFinanceira especializado em finanças, seguros e crédito.

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