A Receita Federal começa a pagar nesta sexta-feira, 28, mais um lote da restituição do Imposto de Renda para contribuintes que estavam na malha fina e conseguiram resolver as pendências com o Fisco. Nesta nova liberação, mais de 214 mil brasileiros terão acesso aos valores, incluindo créditos residuais de anos anteriores, um importante alívio financeiro antes da virada do ano.
Neste artigo, você vai encontrar informações detalhadas sobre quem tem direito a receber, como consultar a restituição, onde ela será depositada e quais medidas precisam ser tomadas em caso de dificuldade para resgatar o valor. Continue lendo para tirar todas as dúvidas e ficar em dia com a Receita Federal.
O que você vai ler neste artigo:
O lote liberado nesta sexta-feira envolve contribuintes que, após cair na malha fina, corrigiram suas declarações e agora estão aptos a receber os valores retidos. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores, beneficiando cidadãos que aguardavam a regularização do crédito há meses — ou até anos.
Entre os 214.310 contemplados, há diferentes grupos de prioridade:
A restituição deste lote é mais uma oportunidade para os contribuintes regularizarem sua situação fiscal e garantirem recursos extra para o final de ano, período de maiores despesas para a maioria das famílias.
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Se você regularizou a sua declaração de Imposto de Renda recentemente, é fundamental conferir se está entre os beneficiados do lote de novembro. Para isso, basta seguir alguns passos no sistema da Receita Federal:
Se constatar pendências ou irregularidades durante a consulta, o contribuinte pode acessar o Portal e-CAC para visualizar detalhes e, se necessário, apresentar uma declaração retificadora. Quem não for chamado neste lote deve permanecer atento aos próximos pagamentos programados pela Receita Federal.
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O valor da restituição é depositado direto na conta informada na declaração ou via chave Pix do tipo CPF. Por isso, manter os dados bancários atualizados é fundamental para garantir o recebimento sem atrasos. Quando ocorre algum problema, como a conta ter sido encerrada, o recurso fica disponível por até 12 meses no Banco do Brasil para retirada presencial ou transferência via Portal BB.
Em caso de dúvidas sobre o crédito, o contribuinte pode recorrer aos canais de relacionamento do banco:
Se o saque não for realizado no prazo de um ano, ainda é possível solicitar o valor pelo e-CAC, acessando “Meu Imposto de Renda” e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
Estar com o CPF regularizado e os dados bancários corretos é indispensável para receber a restituição do Imposto de Renda, especialmente para quem caiu na malha fina. A regularização garante não apenas o acesso ao crédito, mas o encerramento de eventuais restrições com o Fisco, evitando problemas futuros, inclusive na obtenção de empréstimos ou emissão de certidões negativas.
Quem já saiu da malha fina precisa apenas acompanhar o status no portal da Receita, pois todo o processo é digital e geralmente concluído sem necessidade de atendimento presencial.
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Com o pagamento do lote da malha fina nesta sexta-feira, 28, a Receita Federal reforça a importância da transparência e pontualidade nos processos de restituição, beneficiando milhares de contribuintes em todo o Brasil. A malha fina pode ser assustadora, mas regularizar a situação é mais simples do que muitos imaginam, e o pagamento desta semana é a prova disso. Aproveite para revisar seus dados com atenção e garanta que novas pendências não ocorram no próximo ano.
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O valor da restituição fica disponível para saque no Banco do Brasil por até 12 meses a partir da data do depósito.
Nesse caso, o valor fica retido e o contribuinte deverá retirar presencialmente na agência do Banco do Brasil ou transferir via Portal BB durante o prazo de 12 meses.
É possível pedir a restituição não retirada acessando o e-CAC, na opção “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária” dentro do portal Meu Imposto de Renda.
Sim, o contribuinte pode optar por receber a restituição via Pix usando a chave CPF para maior rapidez e comodidade no pagamento.
Idosos acima de 60 anos (com prioridade adicional para maiores de 80 anos), pessoas com deficiência, portadores de doenças graves, professores e quem optou pela declaração pré-preenchida ou receber via Pix CPF.