Moradores das cidades de Cunha Porã e Entre Rios, em Santa Catarina, já podem solicitar o saque calamidade do FGTS. A Caixa Econômica Federal autorizou a liberação do benefício após o estado de calamidade pública ser reconhecido em decorrência das recentes chuvas intensas que castigaram a região, causando grandes prejuízos para a população.
Quem reside nas regiões atingidas e possui saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço pode acessar até R$ 6.220 por conta vinculada para reparos e reposição de bens danificados. Para entender todos os detalhes do benefício, direitos dos trabalhadores e informações sobre o processo de solicitação, confira o conteúdo completo a seguir.
O que você vai ler neste artigo:
O saque-calamidade é destinado a trabalhadores que moram em áreas reconhecidas oficialmente como atingidas por desastres naturais, incluindo enchentes e temporais como os registrados em Santa Catarina. A iniciativa tem papel fundamental em situações emergenciais por permitir que a população recupere parte das perdas materiais.
Para realizar o saque calamidade do FGTS, é necessário atender aos seguintes critérios:
Essas regras garantem que o auxílio atenda quem de fato foi impactado pelos desastres naturais e ainda mantenham o benefício para situações futuras, caso necessário.
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O saque calamidade do FGTS é feito diretamente no aplicativo FGTS, sem necessidade de comparecimento presencial. A tecnologia agiliza o processo e traz comodidade para os trabalhadores que, em muitos casos, estão em situação vulnerável após a tragédia.
Veja como solicitar o saque calamidade e garantir o recebimento do valor na conta:
O prazo para análise varia conforme a demanda, mas normalmente o valor é disponibilizado em até cinco dias úteis após a aprovação. O saque pode ser feito inclusive pelo Caixa Tem, ampliando o acesso aos moradores que perderam seus pertences básicos.
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O envio correto dos documentos é indispensável para assegurar o recebimento do dinheiro. É preciso encaminhar:
Toda a documentação é analisada pela Caixa Econômica Federal, com consulta aos registros oficiais, para garantir segurança e agilidade no repasse do auxílio emergencial.
O trabalhador deve fazer a solicitação do FGTS calamidade até o dia 29 de janeiro de 2026. Após esse prazo limite, não será mais possível retirar recursos referentes a este evento. Organizar a documentação e fazer o pedido com antecedência evita atrasos e possíveis perdas do direito ao saque.
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Quem reside nas áreas afetadas de Santa Catarina e precisa recompor prejuízos deve se atentar ao calendário para aproveitar o benefício dentro do prazo e garantir o suporte financeiro necessário nesta fase delicada.
O saque calamidade do FGTS é um importante alívio para famílias atingidas por enchentes e tragédias naturais, especialmente em momentos em que reconstruir a vida se torna um desafio. Se você ficou com dúvidas ou quer acompanhar outras atualizações relevantes para trabalhadores, inscreva-se em nossa newsletter e receba as principais notícias direto no seu e-mail.
Não, o trabalhador não pode realizar o saque calamidade pelo mesmo motivo em um intervalo menor que 12 meses.
O saque destina-se à reparação e reposição de bens danificados devido a desastres naturais reconhecidos oficialmente, como enchentes e temporais.
Não, é necessário comprovar residência em área oficialmente reconhecida como afetada para ter direito ao saque.
A Caixa Econômica Federal pode impedir a aprovação do saque até que todos os documentos exigidos sejam enviados corretamente.
Sim, o valor máximo é de até R$ 6.220 por conta vinculada do FGTS do trabalhador.