A Méliuz (CASH3), empresa de cashback, alcançou um marco significativo ao se tornar a maior detentora de Bitcoin entre as companhias listadas na América Latina. Em um comunicado recente, a Méliuz revelou a compra de US$ 28,6 milhões em Bitcoin (BTC), equivalente a R$ 158,3 milhões na cotação atual do dólar. Com essa aquisição, a empresa agora possui 595,67 unidades da criptomoeda, totalizando aproximadamente US$ 60,34 milhões ou R$ 333,98 milhões.
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Desde março deste ano, a Méliuz anunciou uma mudança em sua estratégia de tesouraria, adotando o Bitcoin como seu principal ativo estratégico. O objetivo é aumentar continuamente o volume de criptomoedas em sua posse. A empresa se inspirou na estratégia da americana MicroStrategy, que desde 2020 tem adquirido Bitcoin de forma agressiva.
O impacto dessa estratégia nas ações da Méliuz tem sido notável. Desde o início do ano, as ações CASH3 quase triplicaram de valor, subindo de R$ 2,66 em janeiro para R$ 6,88. Isso representa uma valorização impressionante de 160%. Apesar de uma queda recente de 1,72%, a tendência geral tem sido de alta.
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No entanto, essa política de caixa não está isenta de críticas. Analistas da XP Investimentos expressaram preocupações sobre o desalinhamento entre a estratégia de aquisição de Bitcoin e os objetivos operacionais principais da Méliuz. Há questionamentos sobre a capacidade da empresa de reinvestir em suas operações centrais.
Assim como a MicroStrategy é vista como uma proxy do Bitcoin nos Estados Unidos, a Méliuz começa a ser percebida da mesma forma no Brasil. Essa percepção ocorre apesar de a empresa não ter o mercado de criptomoedas como seu foco principal de negócios.
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A volatilidade do mercado de criptomoedas apresenta riscos significativos, mas até agora, a aposta da Méliuz em Bitcoin tem se mostrado vantajosa. Desde que iniciou suas compras, a criptomoeda recuperou terreno e atingiu novos recordes, mesmo com uma leve queda acumulada no ano.
Em conclusão, a estratégia da Méliuz de acumular Bitcoin tem rendido frutos consideráveis, mas também levanta questões sobre seu alinhamento com os objetivos de longo prazo da empresa. Se você gostou deste conteúdo e deseja receber mais notícias como esta, inscreva-se em nossa newsletter!
A Méliuz adotou o Bitcoin como principal ativo estratégico para aumentar o volume de criptomoedas, inspirada pela estratégia da MicroStrategy.
Desde o início do ano, as ações CASH3 da Méliuz quase triplicaram de valor, mostrando uma valorização de 160%.
Analistas expressaram preocupações sobre o desalinhamento entre a estratégia de Bitcoin e os objetivos operacionais principais da empresa.
Assim como a MicroStrategy é vista como uma proxy do Bitcoin nos EUA, a Méliuz começa a ser percebida da mesma forma no Brasil.
A volatilidade do mercado de criptomoedas apresenta riscos significativos, mas a aposta tem se mostrado vantajosa até agora.