A Trela, um supermercado digital em ascensão, está lançando um novo centro de distribuição (CD) na Lapa, São Paulo. Mas, diferentemente de muitos concorrentes, o objetivo não é estocar produtos por longos períodos. A ideia é despachar os itens o mais rápido possível, reforçando sua estratégia de ‘delivery just in time’.
Segundo o CEO Guilherme Nazareth, o novo CD faz parte de uma estratégia para aumentar a eficiência e reduzir custos operacionais. Ele explica que a empresa só compra produtos de produtores quando o consumidor faz o pedido pelo aplicativo, minimizando desperdícios e diminuindo a necessidade de estocagem.
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O modelo de negócios da Trela desafia a lógica tradicional de armazenamento de estoques. Guilherme Nazareth, um dos fundadores, destaca que essa abordagem ajuda a reduzir desperdícios e custos operacionais, duas vantagens significativas em um mercado competitivo.
A Trela investiu R$ 8 milhões no novo galpão de 4,8 mil m² na Lapa. A escolha do local foi estratégica, considerando a logística favorável e o custo de aluguel mais baixo em comparação com outras regiões metropolitanas de São Paulo.
O novo armazém tem capacidade para 1,35 milhão de produtos, um espaço nove vezes maior que o CD anterior em Pinheiros, que será encerrado. Atualmente, a Trela oferece 2,8 mil itens, dos quais metade são perecíveis. Agora, a empresa planeja adicionar itens de higiene e limpeza, atendendo a demandas dos clientes.
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A Trela começou como um aplicativo de compras em grupo durante a pandemia, mas o modelo não se sustentou após a volta à normalidade. A empresa então migrou para pedidos individuais, com o apoio dos investidores.
Em 2022, a Trela recebeu uma rodada de investimentos de US$ 25 milhões, liderada pelo SoftBank. Outras participações vieram de Kaszek, General Catalyst, Y Combinator e Pierpaolo Barbieri, da fintech Ualá.
O mercado de supermercados digitais no Brasil ainda não tem um grande vencedor. Startups como Mercado Diferente e Jüsto encerraram operações no país. A Daki, por exemplo, firmou uma parceria com o Uber para ampliar as entregas, enquanto o iFood adquiriu parte da Shopper.
O CEO da Trela, Guilherme Nazareth, tem grandes ambições. Ele vê potencial para competir com gigantes como Carrefour e GPA, destacando que ainda não existe um ‘Nubank’ do setor de alimentação no Brasil.
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O novo centro de distribuição da Trela na Lapa se destaca por seu foco em despachar produtos rapidamente, alinhando-se à estratégia de ‘delivery just in time’.
A escolha da Lapa foi estratégica devido à logística favorável e aos custos de aluguel mais baixos em comparação com outras áreas de São Paulo.
A Trela pretende adicionar itens de higiene e limpeza ao seu portfólio, atendendo às demandas dos clientes e ampliando sua oferta de produtos.
A Trela investiu R$ 8 milhões no novo galpão de 4,8 mil m² na Lapa, São Paulo.
Inicialmente, a Trela funcionava como um aplicativo de compras em grupo, mas migrou para pedidos individuais com apoio de investidores, ajustando-se às novas condições de mercado.