O Crédito do Trabalhador, programa de empréstimos consignados lançado pelo governo federal, já alcançou a marca de R$ 3,3 bilhões liberados em apenas duas semanas. Destinado a profissionais com carteira assinada do setor privado, o programa desconta as parcelas diretamente na folha de pagamento.
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), responsável pela coordenação da iniciativa, os empréstimos começaram a ser disponibilizados em 21 de março. Até 3 de abril, mais de 530 mil contratos foram assinados, resultando em uma média de R$ 6,2 mil por pessoa.
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São Paulo, o estado mais populoso do país, lidera em número de contratos, com 131 mil, totalizando R$ 848 milhões. Em seguida, estão o Rio de Janeiro, com 51 mil contratos e R$ 270 milhões, e Minas Gerais, que, embora tenha menos contratos (44 mil), registra um montante maior de dinheiro: R$ 283 milhões.
Os dados do MTE indicam que alguns trabalhadores optaram por solicitar mais de um empréstimo consignado, já que o número de contratos excede o total de pessoas participantes do programa.
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O Crédito do Trabalhador está disponível por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital. O MTE recomenda que os solicitantes tenham paciência e aguardem 24 horas para receber propostas de diferentes bancos, a fim de escolherem a mais vantajosa.
Este programa tem se mostrado uma alternativa eficaz para trabalhadores do setor privado, oferecendo condições facilitadas de crédito e ajudando a movimentar a economia.
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Trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrados no eSocial podem contratar o Crédito do Trabalhador.
Os empréstimos podem ser acessados através do aplicativo Carteira de Trabalho Digital.
O valor médio dos empréstimos é de R$ 6,2 mil por pessoa.
São Paulo lidera com 131 mil contratos, seguido pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Sim, alguns trabalhadores optaram por solicitar mais de um empréstimo consignado.