A inteligência artificial generativa (GenAI) está prestes a transformar a cibersegurança de forma decisiva nos próximos anos. Durante a Conferência Gartner CIO & IT Executive, realizada em São Paulo, foram reveladas oito principais tendências que devem impactar as empresas em 2024 e nos próximos quatro anos. Estas projeções destacam como a GenAI pode ser um aliado poderoso na segurança da informação.
Vamos explorar como essas tendências moldarão o futuro da cibersegurança e o que as empresas podem fazer para se preparar.
O que você vai ler neste artigo:
A GenAI promete revolucionar a contratação e o treinamento de profissionais de cibersegurança. Até 2026, espera-se que 50% das posições de nível básico não exijam mais educação especializada, graças à automação e à inteligência artificial. Essa mudança permitirá que as empresas foquem na aptidão e na formação adequada de seus colaboradores.
Leia também: Reeleição de Vereadores: 40% dos Eleitos Continuam nas Câmaras
Empresas que integrarem GenAI com programas de comportamento e cultura de segurança (SBCP) podem reduzir até 40% dos incidentes causados por funcionários. A personalização dos treinamentos e a análise de comportamentos serão fundamentais para aumentar a adesão às práticas de segurança.
Até 2026, 75% das empresas devem excluir sistemas não gerenciados e legados de suas estratégias de confiança zero, que priorizam a restrição de acessos e o controle contínuo das ameaças. Esses dispositivos não acompanham a rápida evolução das medidas de segurança.
Com o aumento dos riscos jurídicos pessoais e novas regulamentações, dois terços das 100 maiores empresas globais estenderão os seguros de seus diretores para os líderes de cibersegurança até 2027. Essa tendência reforça a importância da proteção legal para os responsáveis pela segurança da informação.
O combate à desinformação deverá consumir mais de US$ 30 bilhões até 2028. A combinação de IA, Internet das Coisas (IoT) e mídias sociais facilita a criação e disseminação de desinformação em massa, afetando significativamente os orçamentos de marketing e cibersegurança.
Até 2026, 40% dos líderes de gerenciamento de identidade e acesso (IAM) estarão responsáveis pela detecção e resposta a violações. Isso reflete a crescente importância dessa área nas iniciativas de cibersegurança.
Cerca de 70% das empresas devem integrar prevenção de perda de dados com gerenciamento de riscos internos e de identidade e acesso até 2027. Essa abordagem visa identificar comportamentos suspeitos de maneira mais eficaz.
Leia também: PMEs no Brasil: Desafios na Gestão e Expansão dos Negócios
Nos próximos três anos, 30% das funções de cibersegurança serão reformuladas para que profissionais não-especialistas, como tecnólogos e equipes de entrega distribuídas, possam tomar decisões sobre riscos cibernéticos de forma autônoma, utilizando tecnologia e treinamento especializado.
Em resumo, a GenAI promete redefinir o cenário da cibersegurança, oferecendo novas oportunidades e desafios para as empresas. Manter-se atualizado com essas tendências será crucial para garantir a proteção dos dados e a continuidade dos negócios. Se você gostou deste conteúdo, inscreva-se em nossa newsletter para receber mais informações sobre cibersegurança e tecnologia.
As tendências incluem a adoção de GenAI, redução de incidentes por meio de programas de comportamento, e o gerenciamento de identidade e acesso.
A GenAI pode fechar lacunas de habilidades, personalizar treinamentos e auxiliar na detecção e resposta a ameaças cibernéticas.
Ele é crucial para detectar e responder a violações, garantindo que apenas usuários autorizados acessem informações sensíveis.
Porque eles não conseguem acompanhar a rápida evolução das medidas de segurança necessárias para proteger dados eficazmente.
Investindo em GenAI, atualizando sistemas de segurança, e treinando equipes para responder eficazmente a novas ameaças.