O recente incêndio de grandes proporções que atingiu o Shopping Popular em Cuiabá, na última segunda-feira (15.07), levantou importantes questões sobre a cobertura de seguros para eventos de grande magnitude. Segundo o presidente da Associação do Shopping Popular, Misael Galvão, nenhuma empresa aceitou firmar acordo para assegurar a estrutura, que comportava mais de 600 associados.
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Lovani Goreti Zerwes Silva, corretora da Head de Seguros do Grupo Tutors, explicou em entrevista exclusiva que a falta de licenciamentos legais e de proteções adequadas pode ser um fator crucial na negativa de seguros para centros comerciais. Embora ela não tenha detalhes específicos sobre a negociação do Shopping Popular, ressaltou que a dimensão e o valor do local não seriam, por si só, motivos para a recusa de um seguro. Esses fatores poderiam aumentar o custo do contrato, mas não resultariam em uma negativa automática.
Lovani destacou que a ausência de licenciamentos legais e proteções, como o formato da estrutura e a acomodação do espaço, bem como atividades de alto risco, são elementos que podem dificultar a formalização de um contrato de seguro. Portanto, é essencial que os centros comerciais estejam em conformidade com todas as regulamentações legais para aumentar suas chances de obter cobertura.
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Em casos como o do Shopping Popular de Cuiabá, Lovani enfatizou a importância de que os substabelecimentos possuam seus próprios seguros. O seguro do shopping cobre apenas as áreas comuns e responsabilidades do próprio shopping, deixando os locatários responsáveis por assegurar seus próprios bens e espaços.
Lovani explicou que um shopping funciona como um condomínio com vários substabelecimentos. Desta forma, o seguro do shopping abrange apenas as áreas comuns e as responsabilidades do próprio condomínio. Locatários ou proprietários de cada estabelecimento comercial, seja loja ou quiosque, precisam contratar seus próprios seguros para proteger seus bens e espaços.
Para evitar situações como a do Shopping Popular, é crucial que os centros comerciais e seus locatários estejam cientes da necessidade de licenciamento e de seguros adequados. A conformidade com as leis e regulamentações não apenas facilita a obtenção de seguros, mas também oferece maior segurança para todos os envolvidos.
Lovani recomenda que os locatários consultem corretores especializados para entender melhor suas necessidades de seguro e garantir que estão protegidos contra possíveis riscos. Esta prática não só protege seus investimentos, mas também contribui para a segurança geral do centro comercial.
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Em resumo, a falta de licenciamentos legais e de proteções adequadas pode ser um grande obstáculo para a obtenção de seguros em centros comerciais. É fundamental que tanto os administradores dos shoppings quanto os locatários estejam cientes dessas necessidades e tomem medidas proativas para garantir a segurança e proteção de seus bens e espaços. Se você achou este conteúdo útil, não se esqueça de se inscrever em nossa newsletter para mais informações e atualizações sobre seguros e proteção de propriedades.
Os licenciamentos legais são importantes porque garantem que o centro comercial está em conformidade com as regulamentações necessárias, o que facilita a obtenção de seguros e aumenta a segurança do local.
A ausência de seguros adequados pode resultar em grandes perdas financeiras em caso de eventos adversos, como incêndios ou desastres naturais, além de dificultar a recuperação do empreendimento.
Sim, os locatários precisam contratar seus próprios seguros para proteger seus bens e espaços, já que o seguro do shopping cobre apenas as áreas comuns e responsabilidades do condomínio.
Os centros comerciais podem garantir conformidade ao consultar especialistas em regulamentações e licenciamento, além de manter toda a documentação necessária atualizada e em ordem.
Os locatários devem consultar corretores especializados para entender melhor suas necessidades de seguro e garantir que estão protegidos contra possíveis riscos, contribuindo também para a segurança geral do centro comercial.