A partir de 1º de janeiro de 2028, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai exigir que aposentados e pensionistas apresentem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para continuar recebendo seus benefícios. Essa medida faz parte de uma iniciativa de modernização cadastral que busca integrar bases de dados e aumentar a segurança nos pagamentos.
A implementação da biometria e a integração de dados são passos cruciais para reduzir fraudes. O novo RG será a base principal para o cadastro biométrico, mas, até 2028, outras bases como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o título de eleitor também serão aceitas.
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Desde 21 de novembro de 2025, qualquer novo pedido de benefício ao INSS já requer comprovação biométrica. E a partir de 1º de maio de 2026, quem não tiver biometria registrada precisará emitir a CIN para dar andamento ao processo.
Em 2028, a nova identidade será o único documento aceito pelo INSS para identificação biométrica, tanto para novos requerimentos quanto para manutenção dos benefícios já existentes. A partir dessa data, documentos como CNH e título de eleitor não serão mais válidos para fins previdenciários.
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A regulamentação prevê exceções temporárias para pessoas com mais de 80 anos, indivíduos com dificuldade de locomoção, moradores de áreas de difícil acesso e grupos como migrantes e refugiados. Para esses casos, a exigência da CIN será flexibilizada enquanto o poder público não oferecer alternativas adequadas.
A advogada previdenciarista Sarita Lopes assegura que não haverá corte em massa de benefícios. A atualização será individual e comunicada com antecedência para evitar prejuízos aos segurados.
Sarita Lopes alerta sobre a importância de utilizar exclusivamente os canais oficiais, como o site Meu INSS e o telefone 135, para evitar golpes. A primeira via da CIN é gratuita e pode ser emitida nos órgãos de identificação de cada estado.
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No Estado do Rio, por exemplo, o processo pode ser realizado pelo Detran RJ, onde o cidadão deve agendar o atendimento. Para a emissão, é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento, documento com CPF e comprovante de residência. Desde 2023, mais de 3,5 milhões de novas identidades foram emitidas no Rio.
O prazo para adaptação vai até 2028, mas a recomendação é não deixar para a última hora. Emitir a CIN o quanto antes é uma medida preventiva, especialmente para idosos e pessoas com dificuldades no uso de tecnologia.
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A nova identidade será obrigatória para aumentar a segurança e reduzir fraudes nos pagamentos de benefícios, integrando bases de dados com a biometria.
Até 2028, documentos como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o título de eleitor serão aceitos, além da nova identidade, para fins de cadastro biométrico.
Pessoas com mais de 80 anos, indivíduos com dificuldade de locomoção, moradores de áreas de difícil acesso, migrantes e refugiados têm exceções temporárias.
A emissão pode ser feita em órgãos de identificação estaduais, como o Detran RJ, apresentando certidão de nascimento ou casamento, CPF e comprovante de residência.
Utilize apenas canais oficiais, como o site Meu INSS e o telefone 135, para evitar golpes. A primeira via da CIN é gratuita.