A Apple decidiu mudar o foco de sua área de realidade aumentada e, ao invés de atualizar seu headset Vision Pro, está acelerando o desenvolvimento de óculos inteligentes com inteligência artificial. A empresa busca enfrentar a liderança da Meta nesse segmento tecnológico, de olho no potencial para criar um dispositivo revolucionário que possa, no futuro, substituir até o smartphone.
No texto a seguir, você vai conferir os detalhes dessa nova estratégia da Apple, informações sobre os modelos planejados e as movimentações do mercado de óculos inteligentes. Leia até o fim para entender o cenário e o que esperar dos produtos da empresa nos próximos anos.
O que você vai ler neste artigo:
Na última semana, fontes ligadas à Apple revelaram que a companhia está interrompendo, ao menos por enquanto, o processo de reformulação do Vision Pro. O headset, lançado a alto custo e recebendo críticas relativas ao peso e falta de conteúdo, deve demorar mais para ganhar uma versão acessível e mais leve, anteriormente prevista para 2027.
O motivo? A Apple está transferindo profissionais desse projeto para acelerar o lançamento de seus próprios óculos inteligentes. A decisão responde à pressão do mercado e à busca pelo desenvolvimento de gadgets centrados em inteligência artificial, uma tendência cada vez mais forte no setor.
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De acordo com fontes internas, a Apple trabalha em pelo menos dois modelos diferentes de óculos inteligentes:
Esses aparelhos devem estrear novos chips projetados especialmente para experiências de inteligência artificial, além de contar com alto-falantes, câmeras para captura de mídia, controle por voz e, possivelmente, sensores para monitoramento de saúde — características que, se confirmadas, podem criar um novo padrão no setor.
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Apesar da movimentação da Apple, a Meta mantém vantagem confortável no segmento. Com o lançamento do Ray-Ban Stories em 2021 e o impulso do Ray-Ban Meta nos anos seguintes, a empresa de Mark Zuckerberg consolidou presença e popularidade nesse tipo de acessório.
Recentemente, a Meta lançou novos modelos voltados para esportistas e ampliou as funções de seus óculos inteligentes. A combinação de câmeras de maior alcance, bateria prolongada e design premium reforça o interesse e a aposta da marca nesse mercado de dispositivos vestíveis.
A ofensiva da Apple ocorre em meio à movimentação de outros nomes de peso do setor. Amazon e Google também desenvolvem hardwares baseados em IA, enquanto a OpenAI aposta em parcerias com ex-executivos da Apple para criar novos gadgets inovadores. Esse contexto torna o segmento de óculos inteligentes um dos mais concorridos e cheios de potencial disruptivo para o consumidor final.
Vale ressaltar que, para a Apple, aprimorar a assistente de voz Siri e disponibilizar sua nova plataforma Apple Intelligence é visto como caminho necessário para diferenciar seus produtos, criar novas categorias e manter sua reputação de inovação.
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O cenário dos gadgets inteligentes ganhou mais um capítulo importante com a decisão da Apple de priorizar seus óculos com IA. A disputa por liderança no segmento promete acelerar a chegada de novidades capazes de transformar nossa relação com a tecnologia e, talvez, inaugurar uma nova era pós-smartphone. Para acompanhar mais notícias sobre inovação, inscreva-se em nossa newsletter e continue informado sobre os avanços do mercado tecnológico.
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O modelo N50 será simples, pareado ao iPhone e sem display próprio, focado em conectividade e assistente virtual; o outro terá tela integrada, criado para competir com o Meta Ray-Ban Display.
Devido a críticas sobre o alto custo, peso e falta de conteúdo do Vision Pro, a Apple está redirecionando esforços para acelerar o lançamento de seus óculos inteligentes com inteligência artificial.
Eles devem vir com chips projetados para IA, alto-falantes, câmeras para captura de mídia, controle por voz e possíveis sensores para monitoramento de saúde.
A empresa aposta em sua assistente de voz Siri aprimorada e na plataforma Apple Intelligence para oferecer experiências exclusivas e inovadoras aos usuários.
Além da Apple, grandes players como Meta, Amazon, Google e a OpenAI estão desenvolvendo dispositivos vestíveis inteligentes baseados em inteligência artificial.