O novo consignado privado para trabalhadores CLT está mais fácil de ser contratado, porém, os juros chegaram a níveis elevados em 2025, superando 55% ao ano, segundo o Banco Central. Mesmo com taxas maiores, a modalidade ampliou o acesso ao crédito para quem antes tinha pouco ou nenhum vínculo com bancos, sobretudo trabalhadores de empresas sem convênio.
Se você possui carteira assinada e busca alternativas para empréstimo, este texto revela as principais transformações do crédito consignado CLT, os riscos dessas mudanças e orientações para não cair em armadilhas financeiras. Siga conosco para conferir detalhes e dicas práticas sobre como encontrar opções com taxas menores neste novo cenário.
O que você vai ler neste artigo:
A proposta do crédito consignado CLT passou por uma repaginação em 2024 e 2025. Agora, qualquer trabalhador registrado tem acesso a esse empréstimo, mesmo que sua empresa não tenha acordos prévios com instituições financeiras. Essa ampliação mira principalmente funcionários de pequenas empresas ou com salários menores.
O Banco Central, em recente relatório, mostrou que o volume de empréstimos consignados desse novo grupo cresceu rapidamente: de R$ 18,4 bilhões em fevereiro para R$ 33,1 bilhões em julho de 2025. Entretanto, junto ao aumento do crédito, veio também o crescimento do endividamento médio — subindo de 21,1% para 41% do salário dos tomadores.
Entraram na lista de beneficiados trabalhadores com menor renda, baixa escolaridade e que estiveram, por anos, à margem do sistema bancário tradicional. O acesso mais democrático, porém, traz reflexos: com maior risco de inadimplência, os bancos elevaram as taxas cobradas, à medida que ampliaram a oferta para esse perfil de público.
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A facilidade de contratação do consignado privado veio acompanhada de uma elevação relevante nos juros. O levantamento do BC indica que, apenas entre fevereiro e julho deste ano, as taxas médias saltaram de 40,9% para 55,5% ao ano.
Ao mesmo tempo, o valor médio liberado por contrato recuou pela metade: antes, cada operação girava em torno de R$ 11,3 mil; agora, a média é de R$ 5,8 mil por tomador. Segundo especialistas, isso reflete o perfil financeiro dos novos contratantes, que comprometem uma fatia maior da renda, porém com empréstimos menores.
O aumento repentino do endividamento desse segmento, combinado a juros mais altos, acende um alerta. De acordo com o BC, parte do montante tomado foi aplicado em outros empréstimos, elevando ainda mais o grau de obrigação financeira dos trabalhadores CLT.
Por isso, comparar ofertas e renegociar condições continua sendo essencial para evitar o superendividamento.
Apesar das taxas mais salgadas, ainda é possível encontrar consignado CLT com custos mais baixos. Plataformas como o aplicativo meutudo, em parceria com bancos e financeiras, oferecem simulações personalizadas e apoio especializado para facilitar a contratação e esclarecer dúvidas.
Confira os principais passos para simular e solicitar seu consignado privado:
O meutudo disponibiliza um simulador gratuito, permitindo saber na hora quanto você pode contratar. Além disso, equipes especializadas ficam à disposição para auxiliar, evitando decisões precipitadas.
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O novo consignado CLT marcou um avanço no acesso ao crédito no Brasil, principalmente para quem tinha restrições ao sistema tradicional. Contudo, os juros elevados impostos ao segmento exigem atenção redobrada no planejamento financeiro. Não contrate sem antes comparar propostas e entender exatamente o impacto das parcelas no seu orçamento.
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O principal risco é o superendividamento, pois as altas taxas de juros aumentam o valor das parcelas, comprometendo uma parcela maior do salário e dificultando o pagamento.
Com a ampliação do acesso a trabalhadores de menor renda e empresas sem convênio, o risco de inadimplência cresceu, levando as instituições a elevarem as taxas para compensar esse maior risco.
Sim, desde 2024/2025 qualquer trabalhador com carteira assinada pode acessar o consignado privado mesmo se sua empresa não fizer convênio com bancos.
O valor médio liberado por contrato caiu pela metade, de cerca de R$ 11,3 mil para R$ 5,8 mil, refletindo o perfil dos novos tomadores e maior cautela dos bancos.
É essencial comparar diferentes ofertas, usar simuladores para entender custos totais, planejar o impacto das parcelas no orçamento e buscar auxílio especializado para evitar endividamento.