O seguro viagem é um requisito fundamental para brasileiros que planejam visitar a Europa, especialmente os países signatários do Tratado de Schengen. Este tratado permite a livre circulação entre seus membros, mas impõe condições rigorosas para garantir a segurança dos turistas.
Entre os países que exigem esse seguro estão a Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Polônia, República Tcheca, Suíça e Suécia.
O que você vai ler neste artigo:
Segundo uma pesquisa da Hibou, mais da metade dos brasileiros planeja viajar em um ano, e a Europa é o terceiro destino mais cobiçado, atrás apenas de viagens nacionais e estaduais.
O diretor operacional da Vital Card, Rafael Turra, ressalta que muitos viajantes ainda têm dúvidas sobre as exigências do Tratado de Schengen em relação ao seguro viagem.
O Tratado de Schengen requer que visitantes de fora da Europa tenham um seguro viagem com cobertura mínima de EUR 30 mil para despesas médico-hospitalares. Essa medida garante que os visitantes possam arcar com custos de saúde sem sobrecarregar os sistemas públicos europeus.
Sem o seguro adequado, os turistas podem ser impedidos de entrar nos países, mesmo com passagens e hospedagens confirmadas. Os agentes de imigração têm autoridade para barrar a entrada de quem não cumpre os requisitos.
Rafael Turra recomenda planos mais abrangentes, que incluam coberturas adicionais como seguro para covid-19, extravio de bagagem, assistência jurídica e cancelamento de viagem. Essas coberturas extras garantem mais tranquilidade e segurança durante a viagem.
Leia também: Affinity Seguro Viagem é finalista no Prêmio Reclame Aqui 2025
Leia também: Pier e Nomad lançam seguro celular com cobertura internacional
É crucial que os viajantes escolham planos que atendam às exigências do Tratado de Schengen. Verificar se o plano cobre a quantia mínima exigida é essencial para evitar problemas na imigração.
Os planos de seguro variam conforme o tipo de viagem: turismo, intercâmbio ou negócios. Planos para intercâmbio costumam ter cobertura estendida, enquanto os de negócios podem incluir assistência para perda de voos e suporte em reuniões.
Para viagens longas ou múltiplas entradas em países europeus, recomenda-se seguros com cobertura por toda a estadia e para todos os países visitados, mesmo fora do espaço Schengen.
Contratar o seguro com antecedência é importante para comparar opções e entender todas as coberturas inclusas. Turra sugere priorizar seguradoras com atendimento no Brasil e suporte 24h no exterior, preferencialmente em português.
Leia também: IR sobre juros da URV: 2º e 3º lotes serão liberados em setembro
Em suma, o seguro viagem é não apenas obrigatório, mas essencial para garantir a segurança dos turistas. Para mais informações, acesse: Vital Card.
Se você achou este conteúdo útil, inscreva-se em nossa newsletter para mais dicas de viagem e segurança.
O Tratado de Schengen inclui países como Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Polônia, República Tcheca, Suíça e Suécia.
Contratar um seguro viagem é crucial para cumprir as exigências do Tratado de Schengen, garantindo que você possa cobrir despesas médicas inesperadas sem sobrecarregar os sistemas de saúde europeus.
Sem um seguro viagem adequado, você pode ser impedido de entrar nos países signatários do Tratado de Schengen, mesmo com passagens e hospedagens confirmadas.
Coberturas adicionais recomendadas incluem seguro para covid-19, extravio de bagagem, assistência jurídica e cancelamento de viagem.
Escolha um plano que atenda às exigências do Tratado de Schengen, verificando se cobre a quantia mínima exigida e se oferece suporte 24h no exterior, preferencialmente em português.