A migração do Crédito Direto ao Consumidor (CDC) para o novo Consignado Privado, também conhecido como Crédito do Trabalhador, começou para trabalhadores com carteira assinada. Esse novo modelo oferece taxas de juros mais baixas, pois as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento.
Inicialmente, a migração é permitida apenas no mesmo banco onde a dívida foi contratada. Isso traz vantagens como a possibilidade de usar até 10% do saldo do FGTS e 100% da multa rescisória como garantia em caso de demissão.
O que você vai ler neste artigo:
A portabilidade entre diferentes instituições financeiras, prevista para junho, será antecipada. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), essa modalidade estará disponível na próxima semana, facilitando ainda mais o acesso ao novo consignado.
Leia também: Minha Casa, Minha Vida: Classe Média Pode Financiar Imóveis
Leia também: Embraer registra lucro de R$ 434 milhões no 1º trimestre de 2025
Até o dia 5 de maio, foram registrados R$ 9,9 bilhões em empréstimos do novo consignado privado para 1,8 milhão de trabalhadores. No total, foram firmados 1.943.472 contratos, com valor médio de R$ 5.407,68 por trabalhador.
A parcela média ficou em R$ 324,00, com um prazo médio de 17 meses, mostrando a adesão significativa ao novo modelo.
Além das taxas de juros mais baixas, o novo consignado privado oferece maior segurança financeira para trabalhadores e instituições. A possibilidade de desconto direto em folha e garantias adicionais tornam essa modalidade atraente para ambas as partes.
Essa mudança representa uma evolução no mercado de crédito para trabalhadores CLT, promovendo maior acessibilidade e condições mais justas.
Se você gostou deste conteúdo e quer ficar por dentro das novidades financeiras, não esqueça de se inscrever em nossa newsletter!
Trabalhadores com carteira assinada (CLT) podem se beneficiar do novo consignado privado, aproveitando taxas de juros mais baixas e maior segurança financeira.
A migração do CDC para o novo consignado ocorre inicialmente no mesmo banco onde a dívida foi contratada, com etapas definidas para facilitar a transição.
No novo consignado privado, é possível usar até 10% do saldo do FGTS e 100% da multa rescisória como garantia em caso de demissão.
A portabilidade entre diferentes instituições financeiras está prevista para estar disponível na próxima semana, antecipando a previsão inicial de junho.
O novo consignado privado já gerou R$ 9,9 bilhões em empréstimos, mostrando adesão significativa e prometendo transformar o mercado de crédito para trabalhadores CLT.