A prefeitura está em alerta devido a dívidas acumuladas de tributos e contribuições sociais, principalmente relacionadas ao PASEP e ao INSS. O prefeito Abílio Brunini (PL) anunciou nesta quinta-feira (23) que essas pendências, que se estendem por quatro a cinco anos, podem impedir o município de acessar recursos federais vitais.
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Com débitos deixados pela gestão anterior de Emanuel Pinheiro (MDB), a cidade enfrenta um desafio financeiro significativo. A falta de quitação dessas dívidas pode resultar na perda de acesso a emendas e convênios federais, essenciais para o desenvolvimento local.
Para contornar essa situação, o prefeito Abílio propôs o parcelamento das dívidas junto à Receita Federal do Brasil e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Segundo ele, essa é uma medida emergencial para garantir que a capital continue recebendo os repasses necessários.
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A proposta de parcelamento foi encaminhada à Câmara Municipal e será votada em uma sessão extraordinária nesta sexta-feira (24). Abílio destacou que, ao parcelar a dívida e pagar as primeiras parcelas, a prefeitura poderá obter as certidões necessárias para liberar recursos federais.
Os recursos federais, provenientes de emendas e convênios, são fundamentais para diversos projetos municipais. Sem eles, muitos planos de desenvolvimento podem ficar comprometidos, prejudicando a população local.
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O prefeito reconheceu que a medida não é ideal, mas é necessária diante da crise econômica enfrentada pela cidade. Com a primeira receita prevista para o início de fevereiro, a aprovação do parcelamento é urgente para evitar a interrupção dos repasses.
Abílio afirmou: “Vamos parcelar a dívida, pagar as primeiras parcelas e liberar as licenças para receber os recursos federais. Sem isso, até mesmo emendas e convênios ficam impedidos”.
O prefeito concluiu ressaltando a importância de uma ação rápida para resolver as dificuldades financeiras da prefeitura.
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As dívidas do INSS podem impedir o acesso a recursos federais, essenciais para o desenvolvimento de projetos municipais.
A proposta é emergencial porque sem o parcelamento, a prefeitura não consegue as certidões necessárias para liberar recursos federais.
As dívidas foram acumuladas durante a gestão anterior do prefeito Emanuel Pinheiro.
Os recursos federais são fundamentais para a realização de projetos municipais, sem os quais o desenvolvimento local pode ser prejudicado.
A proposta de parcelamento será votada em uma sessão extraordinária na Câmara Municipal nesta sexta-feira (24).