O governo de Goiás decidiu manter a gestão do Plano Goiás Seguro (PGS) na Prevcom-BrC, desistindo da transferência para a Eletros, fundo de pensão da Eletrobras. A decisão, inicialmente divulgada em fevereiro de 2022, foi revertida após melhorias significativas na arrecadação do fundo goiano.
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Em 2022, a Secretaria de Economia de Goiás anunciou a Eletros como vencedora da licitação para administrar o PGS, devido ao déficit no Plano de Gestão Administrativa (PGA) da Prevcom-BrC. A transferência, no entanto, enfrentou contestação judicial, adiando sua efetivação.
Nos últimos dois anos, a Prevcom-BrC viu sua arrecadação quadruplicar, passando de mil para quatro mil participantes. Com uma receita anual de cerca de R$ 5 milhões, a entidade agora tem condições de cobrir suas despesas administrativas, conforme o diretor administrativo Henriques Turíbio.
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A decisão de manter a gestão do PGS com a Prevcom-BrC foi comunicada à Eletros. Com isso, o governo goiano não vê mais razões para transferir a administração para outra fundação, fortalecendo a posição da Prevcom-BrC.
Atualmente, o PGS possui um patrimônio de R$ 90 milhões. Em setembro, registrou uma rentabilidade de 0,56%, abaixo do objetivo de 0,73% (IPCA + 3%). No acumulado do ano, o rendimento foi de 9,32%, enquanto nos últimos 12 meses, foi de 5,40%, também aquém das metas estabelecidas.
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A Prevcom-BrC conta com sete patrocinadores: Governo de Goiás, Assembleia Legislativa de Goiás, Tribunal de Justiça de Goiás, Tribunal de Contas de Goiás, Ministério Público de Goiás, Defensoria Pública de Goiás e Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás.
Com a decisão de manter a gestão na Prevcom-BrC, o governo de Goiás reforça sua confiança na entidade para administrar os recursos do PGS de forma eficiente. Se você gostou deste conteúdo e deseja receber mais informações como esta, inscreva-se em nossa newsletter!
A gestão foi mantida na Prevcom-BrC devido a melhorias significativas na arrecadação do fundo, que agora é capaz de cobrir suas despesas administrativas.
Em setembro, o PGS registrou uma rentabilidade de 0,56%, abaixo da meta de 0,73%. No acumulado do ano, o rendimento foi de 9,32%, e nos últimos 12 meses, foi de 5,40%.
Os patrocinadores incluem o Governo de Goiás, Assembleia Legislativa de Goiás, Tribunal de Justiça de Goiás, Tribunal de Contas de Goiás, Ministério Público de Goiás, Defensoria Pública de Goiás e Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás.
A transferência enfrentou contestação judicial devido a um déficit no Plano de Gestão Administrativa da Prevcom-BrC, que inicialmente motivou a decisão de transferência.
O Plano Goiás Seguro atualmente possui um patrimônio de R$ 90 milhões.