Um levantamento realizado em setembro de 2025 aponta que 39% dos consumidores brasileiros estão conseguindo manter os gastos com supermercado abaixo de R$ 500 por mês. Os dados evidenciam um novo comportamento do brasileiro diante do cenário econômico atual, marcado pelo reajuste de preços e pela necessidade de adaptação do orçamento doméstico.
Se você busca saber quanto uma pessoa costuma gastar de mercado a cada mês, este conteúdo traz informações exclusivas sobre a pesquisa, detalha os fatores que influenciam esses números e apresenta as mudanças mais marcantes nas escolhas dos brasileiros. Continue a leitura para entender como a rotina de compras foi reformulada para equilibrar o bolso e as necessidades do dia a dia.
O que você vai ler neste artigo:
A pesquisa, realizada com um grupo heterogêneo de consumidores ao longo do segundo semestre de 2025, teve como foco mapear os hábitos de compra e identificar tendências no controle financeiro relacionado ao supermercado. Foram entrevistadas pessoas de diferentes regiões, faixas etárias e perfis econômicos, para garantir um retrato fiel da realidade do consumidor brasileiro.
Entre as perguntas, destacaram-se tópicos que avaliam desde o valor mensal gasto, produtos que deixaram de ser comprados, até estratégias usadas para economizar. O estudo serve como referência tanto para consumidores que desejam comparar seus próprios gastos quanto para profissionais e empresas que atuam nos setores de varejo e alimentação.
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O dado de que 39% gastam menos de R$ 500 no supermercado indica não apenas atenção redobrada ao orçamento, mas também mudanças no comportamento do consumidor.
Nesse novo cenário, a maioria dos entrevistados afirma ter passado a priorizar alimentos básicos, deixando de lado produtos supérfluos, industrializados ou marcas mais caras. A busca por promoções semanais e programas de descontos tornou-se ainda mais intensa, o que reflete uma preocupação crescente com a elevação dos preços.
Montar uma lista prévia e seguir à risca o plano de compra foi outra resposta comum entre quem busca gastar menos. Os consumidores relataram que, evitando compras por impulso, conseguem controlar melhor o orçamento e garantir que não ultrapassem o limite estabelecido para o mês.
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O levantamento mostrou que a queda na renda familiar figura como o principal motivo para o reajuste nos padrões de compra. Perdas de emprego, cortes salariais e imprevistos financeiros foram algumas das justificativas apresentadas pelos participantes. Para 2025, o consumidor médio viu o salário encolher diante da alta dos preços dos alimentos, obrigando readequação da cesta básica.
A carne bovina, frios e itens de confeitaria aparecem no topo da lista de produtos eliminados ou reduzidos das compras mensais. Em contrapartida, arroz, feijão, ovos e derivados de leite permanecem como prioridade, pois sustentam uma alimentação essencial, mesmo em tempos de recursos escassos.
A pesquisa indica que a cautela deve persistir até pelo menos o final deste ano. A maioria dos entrevistados afirmou que não pretende elevar o ticket médio nas compras com supermercado, optando por estratégias como planejamento antecipado, aproveitamento de promoções e pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos.
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Os resultados ressaltam que, em 2025, o consumidor brasileiro está mais atento a cada centavo gasto, valorizando escolhas conscientes para evitar desequilíbrios financeiros e manter a qualidade mínima de vida da família.
Com o cenário de inflação persistente e orçamento apertado, entender quanto uma pessoa gasta de mercado por mês é fundamental para o planejamento familiar. Se você deseja receber notícias e dicas para administrar melhor suas finanças, inscreva-se agora na nossa newsletter gratuita. Dessa forma, você não perde nenhuma atualização sobre economia, consumo e bem-estar financeiro diretamente em seu e-mail.
Fazer uma lista prévia e seguir rigorosamente o plano de compras evita compras por impulso, ajudando a manter o orçamento dentro do limite estabelecido.
Produtos como carne bovina, frios e itens de confeitaria têm sido reduzidos ou eliminados, enquanto arroz, feijão, ovos e derivados de leite permanecem prioritários.
A inflação alta, combinada com queda na renda familiar, tem levado os consumidores a focalizar em itens essenciais, buscar promoções e ajustar suas cestas básicas para economizar.
Entre as principais estratégias estão o planejamento antecipado das compras, acompanhamento de promoções semanais e pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos.
Conhecer o gasto médio permite ajustar o orçamento doméstico, tomar decisões conscientes e evitar desequilíbrios financeiros que comprometam a qualidade de vida.