A possível aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF) reacendeu as discussões sobre quem poderia ser indicado para sua cadeira. Entre os nomes mencionados está o da mineira Maria Elizabeth Rocha, atual presidente do Superior Tribunal Militar (STM). Natural de Belo Horizonte e formada em direito pela PUC Minas, Maria Elizabeth assumiu em março a chefia do tribunal, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo em 217 anos de história do STM.
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Barroso, que assumiu a presidência do STF recentemente, já manifestou, nos bastidores, um possível interesse em se aposentar antes do tempo estipulado pela Constituição, que seria em março de 2033, quando ele completaria 75 anos. O ministro teria demonstrado interesse em assumir o comando de uma embaixada na Europa, segundo fontes próximas.
A saída antecipada de Barroso poderia influenciar diretamente o cenário político em Minas Gerais, especialmente nas eleições para o governo do estado. Políticos mineiros estão atentos aos movimentos do ministro, já que sua decisão pode afetar candidaturas futuras, como a do senador Rodrigo Pacheco, que é visto como um potencial candidato ao governo de Minas com o apoio do presidente Lula.
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Maria Elizabeth Rocha, além de sua posição no STM, possui forte alinhamento com Lula em temas sensíveis relacionados às Forças Armadas. Ela também tem o apoio de figuras influentes do governo, como a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Durante seu discurso de posse no STM, Maria Elizabeth destacou a necessidade de maior representatividade feminina nos tribunais, um tema que ressoa com as recentes críticas ao governo por não nomear mulheres para o STF.
Além de Maria Elizabeth, outros nomes são considerados para substituir Barroso, caso ele realmente se aposente. Entre eles, estão o advogado-geral da União, Jorge Messias; o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas; o controlador-geral da União, Vinicius Carvalho; e o senador Rodrigo Pacheco.
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Desde 2022, Barroso tem demonstrado insatisfação com o cargo devido aos ataques às instituições e ao clima de tensão contínua entre o Judiciário e outros setores da sociedade. O ministro acredita que já avançou em temas prioritários durante sua gestão, como o marco temporal das terras indígenas, a responsabilização das redes sociais e a digitalização do tribunal.
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Maria Elizabeth Rocha é a atual presidente do Superior Tribunal Militar e uma das principais candidatas para ocupar a vaga no STF caso Barroso se aposente.
Barroso está considerando a aposentadoria antecipada devido à insatisfação com o cargo e a possibilidade de assumir um posto em uma embaixada na Europa.
A saída de Barroso pode influenciar o cenário político em Minas Gerais, especialmente nas eleições para o governo do estado, com possíveis candidaturas afetadas.
Além de Maria Elizabeth Rocha, Jorge Messias, Bruno Dantas, Vinicius Carvalho e Rodrigo Pacheco também são considerados para a vaga no STF.
A representatividade feminina no STF é importante para promover a igualdade de gênero e responder às críticas ao governo por não nomear mulheres para o tribunal.