A Nu Asset, gestora do Nubank, acaba de lançar um inovador ETF de Bitcoin na B3, baseado em contratos futuros. Este lançamento marca um passo significativo no mercado de criptoativos no Brasil.
O novo ETF, denominado NBIT11, oferece exposição ao Índice Nasdaq Brazil Bitcoin Futures TR, desenvolvido especialmente pela Nasdaq. Com isso, os investidores brasileiros têm agora uma nova oportunidade de diversificação.
O que você vai ler neste artigo:
O NBIT11 replica o desempenho dos contratos futuros de bitcoin com vencimento mensal mais próximo na B3. Desde sua introdução em abril do ano passado, esses contratos já movimentaram impressionantes R$ 2 trilhões em volume financeiro.
A cota inicial do NBIT11 foi estimada em R$ 50, com uma taxa de administração global de 0,50% ao ano, que deve diminuir à medida que o fundo cresce.
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O diferencial deste ETF é sua exposição a contratos futuros de bitcoin, em vez de possuir diretamente a criptomoeda. Isso permite que os investidores aproveitem a dinâmica da curva de vencimentos, abrindo espaço para estratégias avançadas como arbitragem.
Os contratos futuros oferecem uma maneira de mitigar riscos e especular sobre o movimento dos preços do bitcoin. Isso pode ser particularmente atraente para investidores que desejam diversificar suas carteiras sem ter que lidar diretamente com a custódia de criptomoedas.
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O Brasil tem se destacado como um dos pioneiros em ETFs de criptoativos à vista, com os primeiros lançamentos ocorrendo em 2021. Atualmente, essa classe é a terceira maior em patrimônio líquido entre fundos de índice no país.
A introdução do NBIT11 reforça a posição do Brasil como líder no setor, oferecendo aos investidores locais mais opções para acessar o mercado de criptomoedas.
Segundo Andrés Kikuchi, diretor executivo da Nu Asset Management, o novo ETF é visto como uma porta de entrada mais confortável para muitos investidores. Ele destaca que o produto não apenas oferece exposição ao preço do bitcoin, mas também permite que os investidores explorem a dinâmica dos contratos futuros.
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Com esse lançamento, a Nu Asset busca proporcionar um produto diferenciado que atenda às necessidades de diversificação e gestão de risco dos investidores brasileiros.
Em suma, o lançamento do NBIT11 pela Nu Asset representa um marco importante para o mercado financeiro brasileiro, ampliando as opções de investimento em criptomoedas e reforçando a posição do país como um dos líderes nesse segmento.
O ETF NBIT11 é baseado em contratos futuros de bitcoin, ao invés de possuir a criptomoeda diretamente, o que permite estratégias como arbitragem e gestão de riscos.
A taxa de administração global do NBIT11 é de 0,50% ao ano, com a expectativa de redução à medida que o fundo cresce.
O Brasil é pioneiro em ETFs de criptoativos à vista e possui uma das maiores classes de patrimônio líquido entre fundos de índice no país.
Eles oferecem uma forma de mitigar riscos e especular sobre o preço do bitcoin, sem lidar diretamente com a custódia de criptomoedas.
A Nu Asset vê o NBIT11 como uma porta de entrada confortável para investidores, proporcionando diversificação e gestão de risco.