No 17º Encontro Nacional do PT, realizado em Brasília nesta sexta-feira (1º), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, trouxe à tona uma importante declaração sobre mudanças na tributação. Ele afirmou que, desta vez, “quem vai pagar a conta é o rico no Imposto de Renda, não o pobre no orçamento”. Essa afirmação foi feita no contexto dos avanços do governo Lula em meio a desafios políticos.
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Haddad destacou a retomada econômica como um dos pilares da gestão petista, mencionando um crescimento econômico de 7% em dois anos. Esse crescimento supera as expectativas de 1 a 1,5% ao ano e é um sinal de recuperação do país. Além disso, o ministro mencionou que o desemprego caiu para 5,8%, o menor índice da série histórica.
Um dos pontos altos do discurso de Haddad foi a saída antecipada do Brasil do Mapa da Fome, conforme relatório da FAO. Isso foi possível graças a políticas de valorização do salário mínimo, fortalecimento do Bolsa Família e a restituição de direitos cortados em governos anteriores.
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Haddad enfatizou que a lógica de arrecadação está mudando, com os mais ricos sendo os principais contribuintes, enquanto programas sociais são preservados. Ele destacou a “política de restituição dos direitos vilipendiados“, citando a recuperação do piso constitucional para saúde e educação.
Além das questões econômicas, o ministro reforçou seu compromisso com a democracia e a soberania nacional. Ele criticou fake news e tentativas de desestabilização, afirmando que “não vamos nos furtar a lutar por esse país“.
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O encontro do PT, que reúne 1.000 delegados de todo o país, termina neste domingo (3). A posse do novo presidente nacional do PT, Edinho Silva, contará com a presença de Lula, governadores e parlamentares, reforçando a unidade do partido.
Em suma, o discurso de Haddad no encontro do PT trouxe à tona uma série de mudanças e compromissos importantes, destacando a proteção social e a equidade na tributação como pilares fundamentais do governo Lula.
O objetivo é aumentar a contribuição dos mais ricos no Imposto de Renda, promovendo equidade fiscal e preservando programas sociais.
Através de políticas de valorização do salário mínimo, fortalecimento do Bolsa Família e restituindo direitos cortados em governos anteriores.
Significa que o Brasil conseguiu reduzir significativamente a fome no país, conforme relatado pela FAO, graças a políticas sociais eficazes.
Retomada econômica, proteção social e equidade na tributação são os principais pilares mencionados.
O destaque foi o anúncio de mudanças na tributação, com foco em fazer os ricos pagarem mais no Imposto de Renda.