A partir de julho de 2025, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) poderão acessar o microcrédito do Programa Acredita no Primeiro Passo, com valores que variam entre R$ 6 mil e R$ 21 mil. Instituído pela Lei nº 14.995/2024, o programa é gerido pelos ministérios do Empreendedorismo, da Fazenda e do Desenvolvimento e Assistência Social, e visa apoiar famílias em situação de vulnerabilidade econômica que desejam investir em pequenos negócios.
A iniciativa, que já liberou R$ 516 milhões até novembro de 2024, prioriza regiões como Norte, Nordeste e Minas Gerais, com operação inicial por bancos como Banco do Nordeste e Banco da Amazônia. O crédito, que oferece taxas de juros reduzidas, exige que o cadastro no CadÚnico esteja atualizado e é destinado a fomentar o empreendedorismo, evitando seu uso para despesas pessoais. O programa também oferece cursos de educação financeira para garantir o uso responsável dos recursos.
O Programa Acredita no Primeiro Passo foi desenhado para facilitar o acesso ao crédito para famílias de baixa renda, com foco no empreendedorismo. Para solicitar o microcrédito, é necessário estar inscrito no CadÚnico com dados atualizados, incluindo renda familiar per capita de até R$ 218,00, critério também exigido para o Bolsa Família.
O processo começa com a adesão ao programa por meio de canais oficiais, como o site do Progredir ou mensagens automáticas enviadas pelo WhatsApp do governo. O valor do crédito varia conforme o perfil do solicitante e o plano de negócios apresentado. Para iniciantes, os valores começam em R$ 6 mil, enquanto empreendedores com negócios consolidados podem acessar até R$ 21 mil, ou até 30% do faturamento anual para Microempreendedores Individuais (MEIs).
As taxas de juros são mais baixas que as do mercado, com um Fundo Garantidor de Operações (FGO) que cobre até 100% do risco, eliminando a necessidade de fiadores. Os beneficiários recebem orientações para planejar o uso do crédito, com cursos oferecidos pelo Sebrae e outros parceiros. A adesão a essas capacitações é incentivada para evitar dívidas e maximizar os resultados do investimento.
O novo programa substitui o antigo empréstimo consignado do Bolsa Família, suspenso desde setembro de 2024 devido ao risco de endividamento. A nova modalidade foca em microcrédito produtivo, exigindo que os valores sejam investidos em atividades geradoras de renda, como compra de equipamentos ou insumos.
Bancos federais, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, estão ampliando a operação do programa em 2025, com previsão de atingir mais regiões. Os objetivos do programa incluem promover a inclusão financeira e a autonomia econômica.
Se você gostou deste conteúdo e deseja receber mais informações como esta, não se esqueça de se inscrever em nossa newsletter!
O microcrédito pode ser solicitado por beneficiários do Bolsa Família e inscritos no Cadastro Único, com renda familiar per capita de até R$ 218,00.
Bancos como Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão envolvidos na operação do programa.
O microcrédito é destinado a investimentos em atividades geradoras de renda, como compra de equipamentos ou insumos para pequenos negócios.
Para acessar o microcrédito, é essencial que o cadastro no CadÚnico esteja atualizado; caso contrário, o acesso ao crédito pode ser negado.
Sim, o programa oferece cursos de educação financeira em parceria com o Sebrae e outras instituições, incentivando o uso responsável do crédito.