A partir desta terça-feira, 6 de março, trabalhadores da iniciativa privada já podem aproveitar a portabilidade do Crédito Consignado CLT. Esta mudança permite que aqueles que possuem um crédito pessoal tradicional, também conhecido como CDC, migrem para o novo modelo de crédito consignado. Chamado de Crédito do Trabalhador, essa modalidade oferece juros mais baixos e o desconto das parcelas diretamente na folha de pagamento.
Inicialmente, quem já possui um CDC com um banco pode transferir essa dívida para o Crédito do Trabalhador dentro da mesma instituição financeira. Na próxima semana, será possível realizar a portabilidade entre diferentes bancos, ampliando as chances de obter condições mais vantajosas.
Ao optar por mudar de banco, a transição será automática: o novo banco quita a dívida antiga com a outra instituição e assume o crédito, responsabilizando-se pela cobrança das novas parcelas com desconto em folha.
Desde 25 de abril, já era possível trocar contratos antigos de crédito consignado pelo novo modelo. Agora, com a ampliação para a portabilidade, o Ministério do Trabalho espera movimentar mais de R$ 100 bilhões até junho. Entre março e maio, já foram concedidos cerca de R$ 8,9 bilhões nesta nova linha.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, ressalta que a possibilidade de portabilidade entre bancos tende a beneficiar diretamente o trabalhador. Segundo ele, os bancos precisarão competir, oferecendo taxas mais atrativas para manter seus clientes.
“Essa medida beneficia o trabalhador, pois a instituição financeira poderá perder o empréstimo do CDC para outro banco caso não ofereça condições de juros mais competitivas”, explica Marinho.
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Trabalhadores da iniciativa privada que possuem um crédito pessoal tradicional podem migrar para o modelo de Crédito Consignado CLT.
O principal benefício é a redução das taxas de juros, além da comodidade do desconto das parcelas diretamente na folha de pagamento.
Sim, a partir da próxima semana será possível realizar a portabilidade entre diferentes bancos, permitindo melhores condições.
O Ministério do Trabalho espera movimentar mais de R$ 100 bilhões até junho com a ampliação da portabilidade.
Os bancos precisarão competir oferecendo taxas mais atrativas para manter seus clientes, devido à possibilidade de perda do empréstimo para outra instituição.