Famílias da classe média agora têm a oportunidade de financiar imóveis através do programa Minha Casa, Minha Vida. Com a inclusão da Faixa 4, pessoas com renda mensal de até R$ 12 mil podem acessar essa nova modalidade, disponível desde a última segunda-feira, 5 de março, pela Caixa Econômica Federal.
A nova faixa permite o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, com juros de 10% ao ano e prazos de pagamento de até 35 anos. O programa cobre até 80% do valor para imóveis novos. Já para imóveis usados, o limite de financiamento é de 60% nas regiões Sul e Sudeste, e 80% nas demais regiões do Brasil.
A ampliação do Minha Casa, Minha Vida foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) após uma regulamentação publicada no dia 30 de fevereiro. Essa regulamentação permite o uso de fontes alternativas de recursos além do FGTS, como poupança e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).
Com essa medida, a Caixa, que lidera o setor de crédito habitacional no Brasil, passa a operar a nova faixa com recursos próprios, além dos recursos do FGTS.
As demais faixas do programa também passaram por atualizações. Veja como ficaram os novos critérios:
Famílias das faixas 1 e 2 têm a opção de financiamento na Faixa 3, mas perdem o direito ao subsídio ao optarem pelas condições da nova categoria.
Com essas mudanças, o programa Minha Casa, Minha Vida se torna ainda mais acessível e abrangente, oferecendo novas possibilidades para a classe média adquirir a casa própria.
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A nova Faixa 4 permite que famílias da classe média financiem imóveis com condições especiais, como juros de 10% ao ano e prazos de pagamento de até 35 anos.
A Caixa está operando a nova Faixa 4 com recursos próprios e do FGTS, permitindo o uso de fontes alternativas de financiamento, como poupança e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).
Para imóveis usados, o limite de financiamento é de 60% nas regiões Sul e Sudeste, e 80% nas demais regiões do Brasil.
As outras faixas tiveram ajustes nos critérios de renda e subsídios, como a Faixa 1 com subsídio de até 95% e a Faixa 3 com condições facilitadas e juros de 8,16% ao ano.
As mudanças tornam o programa mais acessível e abrangente, oferecendo novas opções para a classe média e permitindo que famílias de baixa renda também tenham acesso a financiamentos com subsídios.