O governo federal está prestes a lançar, ainda em abril, uma nova fase do programa de crédito consignado para trabalhadores CLT, chamado de Crédito do Trabalhador. Este lançamento deve ocorrer em uma cerimônia oficial com a presença do presidente Lula, sinalizando a expansão do programa com a inclusão de bancos privados na oferta do empréstimo.
Inicialmente restrito a bancos públicos como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, a linha de crédito agora contará com novos agentes financeiros, ampliando o alcance da iniciativa e possibilitando taxas mais competitivas por meio da livre concorrência. Quer saber mais sobre quando os bancos privados entram no novo consignado CLT e como isso deve beneficiar trabalhadores formais em todo o país? Continue lendo!
O que você vai ler neste artigo:
O Crédito do Trabalhador é uma iniciativa do governo federal criada para facilitar o acesso dos trabalhadores com carteira assinada (CLT) ao crédito consignado privado, de forma direta, digital e sem a necessidade de convênios entre empresas e instituições financeiras. O programa, lançado em março de 2025, permite que o próprio trabalhador formal solicite, compare e contrate ofertas de crédito consignado por meio do aplicativo da CTPS Digital, sem depender do setor de RH da empresa onde atua.
O grande diferencial do programa é que ele centraliza a contratação no próprio trabalhador, o que aumenta a autonomia, elimina intermediários e abre espaço para condições mais vantajosas de juros e prazos. Como o desconto das parcelas é feito diretamente na folha de pagamento, o risco de inadimplência é menor e isso influencia diretamente na redução das taxas de juros oferecidas pelos bancos.
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Desde 21 de março, trabalhadores com carteira assinada já podem simular e contratar o crédito consignado privado. O crédito já existia no Brasil, mas o antigo modelo restringia o acesso para trabalhadores de empresas conveniadas com bancos. A contratação agora acontece diretamente pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital).
Para isso, é necessário autorizar o acesso a dados pessoais como nome, CPF, tempo de empresa e margem consignável. Além disso, o processo passou a ser totalmente digital:
O valor das parcelas é descontado diretamente da folha do salário, respeitando o limite da margem, limitada a 35% da renda líquida. A expectativa do governo é que, com a digitalização e maior concorrência entre os bancos, as taxas de juros fiquem abaixo das praticadas nos consignados por convênio.
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A nova etapa do crédito consignado privado está prevista para ser lançada oficialmente ainda em abril. Segundo fontes do governo, a data será 25 de abril, mas o cronograma ainda pode sofrer alterações. A partir desse dia, os trabalhadores poderão realizar contratações pelas plataformas dos próprios bancos, além de migrar contratos antigos para a nova versão do crédito.
Outra novidade divulgada recentemente está relacionada à liberação da portabilidade e refinanciamento para consignado privado, que também será a partir do dia 25. Com a entrada dos bancos privados, o governo pretende ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores CLT, reduzir a concentração da oferta em poucas instituições e permitir maior competitividade nas condições oferecidas.
A nova etapa do Crédito do Trabalhador marca um avanço importante na democratização do acesso ao crédito consignado para quem atua com carteira assinada. A medida reforça a necessidade de modernizar as políticas de crédito, promovendo mais autonomia ao trabalhador e ampliando a oferta de condições mais vantajosas, com menos burocracia e juros menores.
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Trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrados no eSocial podem contratar o Crédito do Trabalhador.
As principais vantagens incluem taxas de juros mais baixas, praticidade de contratação online e segurança de realizar a operação no app do banco.
As parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento do trabalhador.
A nova fase está prevista para ser lançada em 25 de abril, podendo haver alterações no cronograma.
A inclusão de bancos privados visa aumentar a concorrência e oferecer condições mais vantajosas aos trabalhadores.